09 junho 2014

Love The Way You Lie - Capítulo 30 - 2° Temporada


''Só o que eu quero é ser o suficiente para você, mas nunca consigo''.


Bree POV

Uma semana depois da nossa viagem maravilhosa, incrível voltamos pra casa, e pro trabalho. Nós passamos apenas cinco dias, mas foram os melhores cinco dias de toda a minha vida, saímos pra lugares paradisíacos, jantamos em lugares divinos, sem dúvidas essas ''ferias'' fizeram bem para nos dois. Mas isso durou pouco por conta do nosso trabalho, tínhamos que voltar, por mim passaria o resto da minha vida por aquele lugar. Falando em trabalho estava saindo dele, resolvi fazer uma surpresa pro Justin, talvez a gente pudesse ver algum filme que está passando no cinema, se não me engano A Culpa é Das Estrelas, está em cartaz e eu quero muito ver esse filme, deve ser mais perfeito que o livro e vê-lo ao lado do Justin deve ser mais perfeito ainda. Peguei meu carro no estacionamento do trabalho e sai rumo a minha casa. Não demorou muito pra mim estacionar o carro na garagem e ir em direção ao elevador, enquanto ficava parada naquele lugar pequeno, esperando me deixar no andar desejado senti uma coisa ruim, um desconforto dentro de mim, eu não sei explicar. Talvez só seja coisa da gravidez. Assim que o elevador abriu e fui andando pelo corredor e ouvindo apenas o barulho do meu salto fino em contato com o chão, parei em frente da porta e aquele desconforto voltou. Que coisa mais estranha. Vi que a porta estava apenas encostada e adentrei o apartamento e larguei minha bolça no sofá, fechando a porta atrás de mim. Fui na cozinha e o Justin não estava por lá, ele devia está no quarto. 

Quando você sentir uma coisa estranha, um sentimento estranho dentro de você, desconfie. Eu poderia muito bem ter desistido de entrar naquele quarto, poderia muito bem não ter decidido fazer surpresa nenhuma pro Justin, mas minhas escolhas foram apenas as erradas, eu errei a partir do momento que confie primeira vez em uma pessoa. A maldita pessoa que amo. Abir a porta daquele quarto e ver a Melissa na nossa cama, completamente nua apenas enrola pelo meu lençol branco, foi como mil facadas entrando no meu peito. Eu não consegui me mexer, sair do lugar nem pra avançar encima dela e encher a cara daquele vagabunda de borrada, não, eu simplesmente fiquei lá encarando ela com aquela cara fingida de surpresa. Ele não podia ter feito isso comigo.

Justin POV 

Eu estava no banho maravilhoso, demorei mais que o desejado. Mas agora me sinto de alma lavada. Preciso falar que esses dias eu estou até amando essa paz, porque nem mais a Melissa me encheu o saco e isso era bom. Assim ela tirava aquelas paranoias da cabeça dela. Bree estava no trabalho, eu estava no meu dia de folga iria aproveitar pra sair um pouquinho com a minha esposa. Desliguei o registro e peguei uma toalha e me sequei, enrolando a mesma na minha cintura em seguida, peguei outra passei no meu cabelo, abri a porta do quarto. De imediato encarei a Bree na porta, mas ela estava seria e parecia querer chorar olhando para um ponto fixo. Encarei a cama onde era o lugar que ela olhava e encontrei a Melissa pelada encima da mesma. Como? como essa mulher foi parar aqui, não. Droga, não.

- Bree - a chamei indo até ela - não é nada disse que ...

- Eu estou pensando? não é pior - ela disse seria sem me encarar -  agora sai de perto de mim - ela falou rude - você não encosta mais em mim, depois de ter tocado nessa piranha - ela falou agora me encarando com desprezo. Porra isso não podia acontecer, eu não fiz merda nenhuma.

- Piranha é sua mãe - Melissa esbravejou levantando já com seu short e sutiã. Sem pensar duas vezes Bree pulou encima dela, derrubando a mesma na cama, começou a bater na cara dela. Mas eu não podia deixar, não com ela gravida.

- Larga ela, Bree - disse tirando a mesma de cima da Melissa.

- Sou uma idiota - ela gritou - você ainda defende ela - ela disse chorando.

- Eu não estou fazendo isso por ela é sim por você, que está gravida - disse a encarando.

- Você não está fazendo nada por mim, NADA - ela gritou.

- Pensei que tinha contato da minha vinda pra ela, Justin - Melissa disse sorrindo cínica pra mim. Filha da puta, era pra mim matar ela e não a Bree.

- Cala a porra dessa boca, Melissa - gritei - sai da minha casa, sua puta nojenta - disse pegando ela pelo braço. 

- Isso me usa e agora me joga fora, o mesmo Justin de sempre - ela disse enquanto e jogava pra fora do apartamento. 

- Você me paga - disse a ela que riu.

- Parece que o casamento acabou, Bieber - ela disse rindo me fazendo ter mais raiva ainda.

- Filha da puta - fechei a porta na cara dela.

Droga, droga, como isso foi acontecer e eu nem se quer percebi. Não acredito que a Bree pensa que eu a trai, isso nunca ia acontecer que especie de homem ela pensa que eu sou? Voltei pro quarto e a vi pegar umas roupas no closet e jogando tudo encima da cama.

- Você não vai embora - disse parando ela.

- Nem pra isso você servil, pra me contar que ela tinha voltado - eu sentia a decepção em cada palavra e em seus olhos.

- Eu não disse pro seu bem, eu não queria que se preocupasse com outra coisa além dessa gravidez, ela voltou no dia em que eu descobri que você estava gravida, eu ia te contar. Mas quando vi sua felicidade eu ia me sentir um otário por destruí-la.

- Claro queria que a idiota aqui não soube-se de nada pra você ficar se encontrando com ela as escondidas - ela passou a mão no rosto -  não se preocupe porque isso você já fez o favor de destruir minha felicidade. O que pensou? que ia me trair com aquela puta e eu não iria descobrir nada, ia continuar me fazendo de babaca? - vê-la daquela maneira, fria comigo, me fazia o cara mais idiota do mundo, por mais que não tivesse feito nada de mais. 

- Eu não te trai com ela - disse sincero - eu nunca faria isso.

- Não mente, você já teve seus momentos com ela, Justin, você quer mesmo que eu acredite que não rolou nada, e logo porque você não me contou que ela tinha voltado.

- Já disse o motivo - falei segurando o seu rosto.

- Me larga, eu não quero mais nada com você - ela disse deixando as lágrias caírem - nada, só uma coisa ainda vai nos deixar ligados, que é essa criança o resto acabou - disse colocando as roupas na mala. Meu desespero foi maior que qualquer outra coisa e comecei a tirar suas roupas de dentro da mala, eu também chorava. Eu não queria que aquilo acabasse com tudo, não queria que a Melissa vence-se, não queria perde a Bree, a mulher que eu realmente amo.

- Você não vai embora - gritei limpando as lágrimas.

- Eu vou - ela saiu desistindo das roupas e indo até a sala, pegou sua bolsa e eu a puxei pelo braço.

- Isso não pode acabar assim, Bree me escuta - segurei seu rosto - eu não te trair - ela negou com a cabeça.

- Justin não foi algo planejado, ninguém me obrigou ou me deu motivos pra vim em casa essa hora, se tivesse sido alguém eu até poderia achar que era armação dela, mas eu vim por conta própria - ela soluçou - aproveita é fica com aquela vagabunda pra você - ela tentou tirar o braço da minha mão mas não conseguiu.

- Droga, eu quero você e o nosso filho - disse e ela riu sem humor algum.

- Eu não vou te proibir a nada dessa criança, mas a mim você não vai ter mais nada - ela conseguiu se livrar de mim - sabe o que eu sinto de você? NOJO - ela gritou - muito obrigada por fazer mais um vez a minha vida volta a merda de antes, droga eu sou uma idiota - ela disse andando de um lado pro outro limpando as lágrimas - eu não deveria acreditar nas pessoas, não deveria acreditar em amor, mas eu acreditei. Eu mudei por você Justin, aquela Bree do passado morreu, mas olha a merda que deu. Se eu tivesse continuado do jeito que estava talvez não estava sofrendo como estou agora - ela gritou chorando, porra aquilo me matava. Porque tudo que eu menos queria era vê-la daquele jeito, o meu papel era faze-la feliz e não ao contrário - eu falhei, como sempre eu falhei - ela pegou a bolça que estava jogada no chão - mas eu aprendi agora - ela disse indo até a porta e saindo. 

- Bree - sai correndo atrás dela, mas ela nem se quer olhou pra trás - volta aqui - gritei a vendo entrar no elevador, e corri pra tentar alcança-la - Miller, eu te amo - falei assim que paro na porta do elevador fechado.

Merda, isso não era justo, não era. Voltei pro apartamento e bati a porta com a maior força do mundo. Me joguei no sofá e cai no choro, foda-se eu quero chorar mesmo, quero a Bree de volta, quero ela e meu filho de volta. Eu quero a minha família. Ela se foi, ela tinha passado por aquela porta me dizendo um ''adeus''. O que eu faria agora sem ela? 

Bree POV 

Eu sou uma completa idiota, como pudi acreditar que ele era diferente dos outros, obvio que não era, todos são iguais. Eles preferem ouvir a carne do que o coração, eu chorava acho que nunca tinha chorado tanto na minha vida. Eu precisava de um lugar e já sabia onde iria, eu não voltaria pra aquele apartamento, eu não iria voltar pro Justin, não depois dele ter me traído com aquele vadia. Como ele teve coragem de fazer isso comigo? de mentir pra mim? Dirigia aquele carro o mais rápido que podia, mesmo não conseguindo enxerga nada na minha frente por conta da minha vista embaraçada com as lágrimas. Mesmo assim consegui chegar onde queria, parei o carro de qualquer jeito enfrente a casa e sai do carro. Toquei a campainha e quem abriu foi a Patttie, em um momento de desesperador a abracei forte e a mesma retribuiu mesmo não entendo nada. 

- O que houve, Bree? - perguntou passando a mão no meu cabelo.

- O Justin - disse nos afastando e ela fechou a porta. 

- O que meu filho fez, pra te deixar assim? - ela me encarou dos pés a cabeça preocupada, eu estava descabelada com os olhos inchados e cheios d'água. 

- Me traiu, me traiu com outra e eu vim aqui perguntar se posso ficar aqui por enquanto - pedi chorando.

- Ai meu Deus - ela me levou até o sofá - sim claro que pode, você pode ficar o tempo que precisar - ela disse assustada com aquilo, logo eu e Justin que estávamos tão bem.

- Obrigada - ela assentiu dando um meio sorriso e me abraçando.

...

As horas se passaram e todos me perguntaram o real motivo daquilo tudo e contei, e todos ficaram surpreso, quando eu digo todos me refiro ao Jeremy, Pattie, Jazzy e o Jaxon. Jazzy que ficou arrasada com isso e ficou o tempo todo me fazendo carinho. Eles tinham arrumado um quarto pra mim ficar, e pro meu azar era o ex quarto do Justin, tudo estava do jeito que ele deixou, então já viram os hores que chorei ao lembrar dele a cada olhada naquele quarto. Já estava de noite e esse tempo todo só sabia chorar, agora que me controlei mais um pouco, porque ele não merecia todas essas lágrimas. Ele me ligou umas mil vezes, mas em nenhuma eu atendi, ele tinha ligado pra todo mundo, mas pedi pra todos não contar onde eu estava. Stancy me ligou e me perguntou o que estava acontecendo, eu lhe contei tudo e ela ficou furiosa e não queria acreditar no que tinha lhe dito. Ela acabou vindo até aqui e agora estava me consolando a mais ou menos uma hora.

- Amiga não fica assim, isso vai afetar o seu bebê - ela disse passando a mão no meu cabelo.

- Eu sei, mas eu não consigo me controlar - levantei me virando pra ela - porque ele fez isso comigo, com a gente? - disse limpando as malditas lágrimas.

- Tudo vai se resolver, agora você não pode esquecer do seu filho - ela disse me fazendo assenti - isso é o que importa agora - ela estava certa.

- Isso, vou focar no meu filho - disse suspirando.

- Bom eu preciso ir - ela falou me dando um beijo na testa - amanhã você tem consulta?

- Sim, vou ouvir o coraçãozinho do meu bebê - sorri pela primeira vez no dia. 

- Justin vai? - perguntou.

- Não sei, ainda não quero vê-lo - disse tirando o sorriso do rosto.

- Mas você sabe que ele trabalha lá, com certeza o Ryan vai falar - suspirei me esquecendo disso - sem contar que apesar de tudo, ele continua sendo pai dessa criança, e ele tem direito de participar de tudo que envolve ela - odeio quando ela está certa. 

- Eu sei, vamos ver amanhã - ela assentiu e me deu um abraço e um beijo.

- Eu te ligo - assenti e então a mesma saiu do quarto.

Voltei a me jogar na cama e fiquei enrolada na coberta. Fiquei pensando no Justin, na verdade em tudo de ruim que estava me acontecendo e no fim das contas acabei pegando no sono depois de muito sacrifício.


Acordei com a luz do sol invadindo o quarto, juro que preferia ficar ali pra sempre e nunca mais ter que olhar e conviver com Justin, eu sei que uma hora ou outra ele vai descobrir que eu estou na casa dos pais dele, isso seria até algo obvio.
Mas eu não quero nem saber dele, por mais que ele fosse pai do meu filho, ainda sim ele me traiu mentiu pra mim, me fez de idiota. Só de imaginar ele rindo pelas minhas costas com aquela vadia em qualquer cama de motel, até mesmo na nossa cama, me fazia ficar mais deprimida. Você é uma babaca Amber, por se deprimir e chorar por esse cara, o pai do seu filho o homem da sua vida.


Já tinha tomado meu banho, me vestido e tomado meu café da manhã, encarei meu celular e tinham. umas 30 ligações e 15 mensagens de voz do Justin.


" Amor, onde você está? me responde, eu estou ligando direto, me esculta, me atendi por favor. To preocupado com você e o nosso filho, eu te amo"


" Bree, me escuta, a gente precisa conversa amor. As coisas não é nada do que você pensa ser"


" Eu te amo, me escuta. Preciso de você aqui comigo, fala comigo, me responde amor"


"Diz onde você está, eu vou ai e te busco. Precisamos conversar, as coisas não podem acabar assim. Eu te amo"


Essas foram algumas das mensagens de voz que ouvi dele. Desistir de ouvir as outras, porque já estava chorando ouvindo sua voz do outro lado. Porque ele tinha quer ser um idiota, porque ele mentiu pra mim, porque deixou a carne falar mais alto?


Depois de ouvir aquelas mensagens de voz, me despedi da Jazzy e da Pattie que estavam em casa. Jaxon tinha ido a casa da Lia e Jeremy tinha ido ao trabalho. E eu teria que ir até o hospital fazer consultas de rotinas para uma gravida. Stancy tinha me ligado e perguntando se a queria que fosse comigo, mas eu disse que não precisava. Peguei o meu carro e sai de frente a casa dos Bieber's e fui pro hospital.


Quando cheguei lá, a primeira pessoa que vi foi Chaz, ele conversava com um outro medico enquanto eu esperava na sala ser a próxima atendida pelo Ryan. Logo vi Chaz se aproximar de mim.


- Bree - disse ele com um meio sorriso, claro que Justin já tinha contado pros amigos as merdas que fez, se é que eles já não sabiam e me faziam também de idiota - mas uma consulta? - assenti, não querendo muito papo - olha, eu quero dizer que não tem porque ficar grilada comigo - disse.


-Será mesmo? - perguntei o encarando agora - até parece que não sabia do que o seu amiguinho fazia comigo - disse com um nó na garganta.


- Eu realmente tenho certeza que Justin não te traiu, foi o que ele me disse e eu acredito nele - disse, no fundo meu problema era com o Justin e não com os amigos dele


- Me dá um abraço? - ele sorriu largo e veio até a mim tomando meus braços.


- Eu só quero que se resolvam logo, porque gosto dos dois, Justin meu irmão, e você uma mulher  incrível que se tornou uma grande amiga - disse me largando e me encarando.


Chaz podia ser idiota, palhaço, retardado, mas na hora que precisávamos de colo ele estava ali. pro que der e vinhe, e isso era algo que eu admirava muito nele.


- Obrigada - dei um leve sorriso - seu amigo não tem perdão, Chaz - ele entortou a boca e exitou em falar mas alguém me chamou.


- Sra.Bieber - me virei encarando a secretária do Ryan - a senhora já pode entrar - disse e assenti.


- Tenho que ir, Chaz - disse lhe dando mais um abraço.


- Tudo bem - sorriu e então caminhei até a sala do Ryan.


Quando entrei na sala, Ryan me fez várias perguntas, e disse pra mim no minimo não me estressar. Ele sabia o que tinha acontecido comigo e com o Justin e sabia que aquilo rediria então precisava pensar no meu bebê, porque aquela tensão toda podia passar pra ele.


Comecei minha ultra, e Ryan me indicava onde ficava as perninhas pequenas do meu amor, dos bracinhos e outros membros do corpo do meu filhinho. Eu ainda não sabia o sexo, ainda estava cedo. Ryan não tocava no assunto " briga,separação com Justin" eu até preferia assim, ele era muito pro fissional.


- Então que tal ouvir o coraçãozinho do bebê ? - Ryan disse me encarando.


- Sim, claro. - afirmei ansiosa por aquilo.


Ryan mexeu em algumas coisas do seu lado, enquanto eu encarava  aquela pequena tela, vendo o tamanho do meu filho, o quanto ele era indefeso, pequeno, o quanto ele precisava de carinho e amor e isso era tudo que ia dá a ele, tanto se fosse uma menina ou um menino, pra mim seria uma benção e amaria além de todas as coisas.


Logo meu sorriso apareceu enormemente, quando comecei a ouvir o coraçãozinho do meu bebê. Todos os meus problemas foram em questão de segundos virado pó, por mais triste que eu tivesse, por mais mal estivesse, aquele som me fez me sentir viva e feliz, por saber que existe uma pessoa dentro de mim e que tem saúde, amor e tudo de bom que posso dar. sim eu ainda estou em pedaços por saber que o pai dessa criança me feriu, mentiu e até mesmo nem deve merecer esse amor que sinto por ele, mas eu também tenho que lhe agradecer por sentir o que eu sinto por essa criança, por me fazer mãe, responsável, por amar uma pessoinha mesmo nunca a vi na minha vida, eu agradeço ao Justin por ter me dado esse presente, por todos os dias quando eu o encarar essa criança, ver que nem tudo foi um desastre, e mentira no nosso casamento, muito pelo contrário, ele nos trouxe a coisa mais perfeita de nossas vidas, o nosso filho.

04 junho 2014

Love The Way You Lie - Capítulo 29 - 2° Temporada





Tem coisas na vida que acontecem nos momentos dela, algumas ruins outras boas. Basta apenas esperar o que o futuro tem pra nos oferecer. 



Se me pedissem pra mim dar uma nota, para Justin de 0 a 10, eu daria 11 sim, porque ele é incrível e maravilhoso, parece que ele tinha feito pra fazer sexo, e um sexo dos melhores. Ele tinha me deixado cansada a noite toda. Suas mãos ágeis passavam pelo meu corpo, deixando minha pele vermelha por conta de ser branquinha, nossas posições que eram mudadas em horas e horas. Justin beijava minha boca sem pensar no amanhã, quando nos beijávamos era como se tivesse uma musica romântica, uma trilha sonora no fundo nos ajudando com o clima. O quarto se ouvia apenas nossas respirações pesadas, e nossos gemidos, mas os meus que os dele, pra se falar a verdade. Justin sabia o que fazer sempre, impressionante que eu não precisava indicar ou até mesmo dizer o que Justin deveria fazer pra me deixar mais excitada ou algo do tipo, muito pelo contrário. Ele sabia exatamente onde eu sentia necessidade de beijos, onde seria meu ponto fraco, em que lugar ele me deixaria mais excitada ainda, eu simplesmente me admirava algumas vezes com os seus gestos, parecia que cada transa nossa era algo que ele aprendia de novo, e na próxima ele colocava em pratica o que aprendeu da anterior. 

Minhas mãos estavam agarradas em seus fios de cabelo, segurava firme enquanto sentia Justin me entocar cada vez mais fundo, nos estávamos naquela situação pela quarta vez, tive três orgasmos e pode apostar que a gente nunca ficou tanto tempo ''brincando'' como ficamos nessa noite. As mãos do Justin apalpavam meus seios, ele passava os dedos entre meus bicos enrijecido. A cama se chocava na parede causando um pequeno barulho, eu e Justin pouco nos importamos com aquilo. Meu corpo estava já se contraindo, minhas pernas bambas e uma corrente elétrica passou pelo mesmo informando do que estava prestes a acontecer.

- Eu...eu vou gozar - disse entre os gemidos.

- Vamos juntos - ele disse assim que suga meu ombro, dando alguns beijos em seguida.

 Assim Justin começou a entocar cada vez mais fundo, e senti minha intimidade engolir mais ainda seu membro. Esse tempo todo tínhamos o maior cuidado do mundo, com a minha gravidez, como eu disse Justin sabia de tudo, ele sabia os devidos cuidados, então não ouve nenhum tipo de problemas. Não demorou muito pra mim e Justin gozarmos juntos, ainda sentia meu corpo estremecer e Justin ainda continuava com os movimentos agora mais lentos, até finalmente para-los por completo e relaxando seu corpo do lado do meu encima daquela cama. Por um segundo só se ouvia nossas respirações, eu encarava o teto e deixava meu corpo se acostumar com aquela sensação. Olhei para o lado e Justin tinha os olhos fechados e suspirava, via seu peito subir e descer com forme sua respiração seguia. Ele me encarou e sorriu, claro que retribuir, ele subiu encima de mim outra vez e me deu um beijo, limpou o suor do meu rosto e assim eu fiz no seu.

- Melhor lua de mel de todas - ele falou me dando um selinho.

- Já teve outras? - perguntei e o mesmo riu.

- Algumas - rimos - mas pode apostar, essa foi a melhor - mordi meu lábio.

- Isso é um bom sinal - disse.

- Sim, isso é um ótimo sinal - ele falou levantando e parando na minha frente. Uau vendo ele assim na minha frente pelado era tentador - você gosta, né? - perguntou rindo me despertando.

- Excelente - diz um gesto com o dedos e ele riu.

- Vem vamos tomar banho - ele esticou as mãos pra mim e peguei as mesma - está sentindo alguma dor? 

- Não, estou ótima - rimos e então entramos no banheiro.

Justin queria fazer graça, não me deixa tomar banho direito e ameacei ficar até o final da lua de mel sem fazer nada, ai ele parou. Quer colocar um homem na rédia curta? então ameaça a tirar a diversãozinha dele, como rapidinho ele não vira um cachorro obediente. Ele era demais, implicava comigo, fingia ficar emburrado, por simplesmente não querer outro round. 

- Puta que pariu que tando fogo é esse meu filho? - disse quando vestia o meu roupão e Justin terminava de desligar o chuveiro, ele minutos antes estava me agarrando.

- Tudo culpa sua - ele falou emburrado e pegou o outro roupão.

- Ah agora tenho culpa, por você ser tarado? - perguntei rindo e o mesmo deu de ombros e fomos até nossas pequenas malas. 

- Sou tarado, por você, pelo seu corpo - ele falou lambendo os lábios involuntariamente e eu ri - olha isso, meu Deus - ele encarou o teto levantando as mãos pro alto, assim que parei em sua frente de calcinha.

- Você é literalmente um retardado - disse rindo e então peguei uma blusa sua, estava com preguiça de ficar procurando alguma roupa de dormi.

- Pediu? - perguntou encarando sua blusa no meu corpo.

- Agora estamos casado, tudo que é seu e meu - sorriu vitoriosa e deitei na cama, enquanto o via vestir uma boxer branca.

- Merda, esqueci da separação de bens - eu gargalhei - qual é, tenho que me prevenir com você - ele disse  - vai que você mete o pé na minha bunda - ele falou se juntando comigo na cama, sim ele iria dormi apenas de boxer. Eu nem me importava com aquilo, já estava até acostumada.

- Olha seria um boa ideia, essa de dar um pé nessa bunda gostosa - Justin riu.

- Tarada - disse me beijando.

- Tive um ótimo professor - o encarei e ele entendeu o recado, riu junto comigo. Que sorriso era aquele meu Senhor?

Justin me puxou pro seu peito e eu peguei a coberta e nos cobrir. Encarei o relógio e eram quase quatro da manhã.

- O que vamos fazer amanhã? - perguntei e ele me encarou com um sorriso malicioso no rosto - sem ser transar - ele riu.

- Sem ser transar? - ele parou e pensou - vamos andar pelas praias daqui, quem me recomendou escolher esse lugar, disse que são lindas - eu assenti sorrindo.

- Vamos andar pela cidade é bom que perdemos calorias - disse.

- Minhas calorias eu perco fazendo outra coisa e muito melhor do que andar - sorriu cínico e me deu um beijo.

- Eu acho que você tomou algum chá de safadeza, não é possível - rimos. O abracei mais forte e ele fez o mesmo me agarrando pela cintura. Como era bom ficar assim coladinha com ele - boa noite, amor - ele me deu um selinho.

- Boa noite, amores - ele disse passando a mão na minha barriga, ele nunca esquecia de fazer isso.

Não demorou muito pra mim e Justin apagarmos completamente encima daquela cama...

Me mexi encima da cama, e reclamei com a claridade que insistia em não me deixar dormi mais. Passei a mão pelo lado em que Justin deveria está e estava completamente vazio. Finalmente abri os olhos e me sentei na cama bocejando e me espreguiçando. 

- Bom dia, bela adormecida - Justin disse, sentado na cedeira que tinha lá no quarto mesmo, com uma mesa cheia de coisas gostosas pra comer.

- Bom dia - sorri - que horas são? - perguntei coçando os olhos.

- Quase meio dia - arregalei os olhos e fui até minha mala e peguei minha escova de dente em seguida fui pro banheiro. 

- Porque não me chamou? - perguntei.

- Você dormia tão bem, que não quis atrapalhar e sem contar que a gente foi dormi muito tarde - ouvi seu riso do outro lado do quarto. Escovei meus dentes e voltei pro quarto - o que quer comer? - perguntou, e eu pensando ao ver toda aquela comida ali

 - Um bom café com leite me faria bem - sorri pra ele lhe dando um beijo. e então ele colocou o que eu pedi no copo e me entregou.

- Vai querer salada de frutas? - assenti, de tanto ele me entupir com essa maldita salada de frutas, eu acabei viciando. 

 Terminamos de tomar café da manhã, e Justin já tinha tomado banho antes mesmo de eu pensar em acorda. Ele estava com uma bermuda preta, uma regata amarela, boné e um casaco xadrez, incrivelmente lindo . Terminei meu café da manhã e fui direto pro banho. Quando sai do mesmo, apareci no quarto e vi Justin todo esparramado encima da cama, vendo tv. Fui até minha mala, peguei meu conjunto de calcinha e sutiã e vi os olhos de Justin sobre mim, que tarado esse homem. Estava passando um jogo qualquer na tv e então ele voltou a prestar a atenção. Fiquei na frente da tv, apenas de roupas intimas, só pra provocar mesmo, fingi pegar alguma coisa.

- Bree - Justin me repreendeu.

- Fala - disse cínica.

-Não faz isso - ele resmungou.

- Não fiz nada, eu hein - disse com cara de sonsa.

- Ah claro que não - ele ironizou - agora poem uma roupa por favor, ou eu vou te agarrar e a gente vai passar o dia todo aqui, transando - eu gargalhei.

- Eu realmente acho que você está virando um tarado completo - ele riu e então eu fui vestir minha roupa. 

Assim que terminei, Justin desligou a tv e saímos da suite. Justin conversou alguns segundos com o gerente do hotel e logo veio até a mim. Saímos também do hotel, Justin alugou um carro e nos ficamos andando pela cidade, sim realmente aquele lugar era lindo. Praias uma mais linda que a outra, nos estávamos um uma ilha, ele tinha escolhido bem o lugar. Justin parou o carro em um estacionamento, ele pegou minha mão e assim nos seguimos andando pelo grande calçadão de frente pra praia.

- Isso aqui é lindo - disse admirada.

- Vamos vir, mas vezes aqui - ele disse sorrindo - agora com o nosso filho - me deu um selinho.

- Vem - puxei ele pra areia e o mesmo resmungou.

- Porra, meu tênis - ele falou parando e tirando os sapatos - olha isso - ele disse tirando a areia do tênis e eu ri.

- Fresco - revirei os olhos e tirei minhas sapatilhas - vamos deixar aqui - disse colocando em uma parte de areia. 

Justin largou seus sapatos ali no mesmo lugar que o meu estava e eu sai correndo pro mar, e ele me seguiu. Eu senti a água gelada tocar minha pele, não tinha praticamente ninguém naquela praia, só se ouvíamos o barulho do mar. Comecei a jogar água no Justin e o mesmo me encarou me repreendendo.

- Amber Bieber - ele disse e eu ri, era estranho, agora eu tinha o mesmo sobrenome que ele.

- Ridículo, isso soa tão estranho - eu ri e ele me puxou e me abraçou pela cintura.

- Não vejo nada de estranho, você é minha mulher - eu morria quando ele falava ''minha mulher'' .

 Eu e Justin ficamos nessa palhaçada de jogar água um no outro, resumindo. Ficamos encharcados e então decidimos entrar dentro d'água de roupa e tudo. Ficamos namorando um pouco também porque não somos de ferro, eu ria demais com as merdas que o Justin falava '' como deve ser transar no mar?'' ele estava demais esses dias, mas eu gosto dele de qualquer jeito. Ficamos um tempo na areia, acabou que nos secamos por conta do sol, e seguimos nosso percusso pela cidade, visitamos alguns lugares turísticos, e era incrível tudo. Voltamos pro hotel e era umas três da tarde, almoçamos e logo Justin veio com a ideia de irmos novamente na praia e eu topei, claro. Eu estava relaxando um pouco, até esperar a hora de finalmente irmos para a praia outra vez. Eu e Justin estávamos jogados no sofá que tinha na suite, ele mexia no celular enquanto eu me entupia de salada de frutas. Sem nem pedir licença Justin tomou o pote da minha mão.

- Vem tirar foto - ele disse colocando a salada de frutas ao lado.

- Tudo bem - falei dando de ombros e vi Justin parar o celular na nossa frente e logo tirou e então ele mostrou como ficou (foto)

- Nós somos um casal lindo - ele falou convencido, mas eu também concordava com ele.

Nos tiramos mas algumas fotos: (foto),( foto),(foto),(foto) e então Justin enviou pra Jazzy e pro seus amigos. Eles ficaram trocando mensagens enquanto eu tinha voltado pra minha salada de frutas, por culpa do Justin meu filho é capaz de nascer com cara de sala de frutas. Algum tempo depois nos trocamos e fomos até a praia agora devidamente vestidos a ocasião. Andamos de jet Ski e foi muito bom, nossa melhor impossível, eu e Justin ficamos tomando sol, e rindo de algumas coisas bizarras que apareciam na nossa frente. 

Depois de tanta rua o dia todo eu e Justin voltamos pro hotel e desabamos na cama de tanto sono. Acordei com o meu querido marido me beijando, aquilo estava me deixando arrepiada, abri os olhos e pudi ver aquele sorriso maravilhoso em minha frente. 

- Que jeito mais gostoso de ser acordada hein - ele disse rindo.

- Concordo -  me sentei na cama.

- Vamos jantar hoje a noite, no restaurante do hotel, então esteja pronta as 19:00hras - resmunguei - não quer ir? 

- Na verdade não, preferiria comer aqui e ficar com você - disse e o mesmo subiu encima de mim.

- Você que manda - eu concordei sorrindo - vai com calma, que nem tudo você manda - ele falou com uma voz grossa me fazendo rir - eu sou o homem da casa.

- Hum eu acho que você está mais para um biba fresca, do que para um homem - ri provocando e o mesmo balançou a cabeça negativamente pra mim.

- Não deveria ter dito isso - disse serio.

- Ah é? vai fazer o que? - desafiei e o mesmo sorriu cínico.

- Te mostrar o biba fresca faz - sem nem me deixar falar, Justin tomou meus lábios e eu obviamente que correspondi, como não corresponder algo daquele homem?

 Tenho que concorda que fiz isso pra provoca-lo, queria que ele me mostra-se o homem maravilhoso da noite passada. Senti sua língua vagar pela minha boca assim que abro a mesma, eu envolvia meus braços em seu pescoço enquanto ele segurava minhas coxas, roçando nossas intimidades uma na outra. Pudia sentir o volume entre minhas pernas e então sorri sapeca. Justin começou a subir a mão por dento da sua blusa que eu vestia, quando parou em meus seios completamente descoberto por nenhum sutiã, apertou e passou a ponta do dedo no meu bico me fazendo arrepiar. 

- Vamos ver se o biba fresca, vai fazer você gemer que nem o homem da noite anterior fez - ele disse parando o beijo e mordendo o lóbulo da minha orelha. 

- Oh céus, Justin - dei um leve tapa em seu ombro, mas aquilo era algo como ''porque você faz isso comigo?''

Ele riu e foi beijando meu colo e tirou sua blusa do meu corpo, ele estava sem blusa também coisa que só facilitária as coisas para nós. Ele parou e levantou tirando sua bermuda e jogando no chão, voltou a subir em cima de mim e abocanhou meus seios. Ele não demorou muito brincando com eles, ele foi até minhas pernas e então eu levantei as mesma no alto e ele tirou minha calcinha, jogando a mesma longe. Justin voltou a tomar meus lábios e enquanto o beijava sentia seus dedos brincarem com minha intimidade, fazendo movimentos circulares, sobe e desce com frequência me fazendo gemer seu nome,  claro que ele amava aquilo. Justin me penetrou com um dedo e então levantei o quadril gemendo baixinho. O vi sorrir e parar nosso beijos, deu uma bela de uma sugada no meu seio e logo depois no meu pescoço. O movimento do dedo do Justin foi indo cada fez mais rápido me fazendo gozar, puta que pariu, que homem. Ele tirou rapidamente sua boxer roxa, e voltou a se encaixar entre minhas pernas, sentir seus membro roçar contra minha intimidade me fazendo soltar um suspiro alto. Ele começou a se movimentar cada vez mais rápido me fazendo morde seu lábio e então ele gemeu. 

- Para de me torturar - disse indignada e o vi rir.

- Quem é o biba fresca, mesmo? - ele perguntou continuando com os movimentos de roçar nossas intimidades.

- Não existe nenhuma por aqui - ouvi Justin rir com o que tinha dito - agora vamos, anda logo com isso - pedi mas ele nem se importou - está esperando o que? - perguntei impaciente.

- Repita o que vou dizer: Justin Bieber meu lindo e gostoso marido de biba fresca não tem nada, muito pelo contrário ele fode gostoso e é por isso que quero ele agora dentro de mim - ele disse sorrindo vitorioso e logo revirei os olhos.

- Justin Bieber meu lindo e gostoso marido de biba fresca não tem nada, muito pelo contrário, ele fode gostoso e é por isso que quero ele agora dentro de mim - disse frustada por está me submetendo aqui mesmo que tudo que disse seja verdade.  

- Agora sim - ele sorriu e colocou seu membro na minha entrada e me penetrou.

- Own Bieber - gemi assim que o cinto.

 Seus movimentos rápidos só me fizerem gozar depois de alguns minutos, e logo Justin fez o mesmo. Nos jogamos um do lado do outro da cama e alguns segundos procurando ar, quando nos encaramos rimos, sei lá, não sei porque rimos somos apenas dois idiotas se amando.

- Porque está rindo? - ele perguntou rindo.

- Não sei, e você? 

- Também não sei - rimos mais ainda - nos somos normais? - eu neguei com a cabeça - foi o que eu pensei.

- Banho? - ele assentiu se levantando e me puxando.

Eu e Justin tomamos banho, e depois fomos nos deitar. Me aconcheguei em seu braço e coloquei minha cabeça repousada em seu peito, o mesmo fazia um carrinho gostoso no meu cabelo até que, depois de um tempo parou. Encarei Justin e ele dormia feito um anjo que caiu do céu, sorri e lhe dei um beijo na bochecha, ele mexeu a boca, mas não acordou. Parece que o jantar já era, mas eu não me importava eu não queria ir até o restaurante mesmo, eu preferia continuar ali com ele, dormindo agarradinhos.  Eu logo resolvi fazer a mesma coisa que ele, dormir.

(...)

Uma semana depois...

Melissa POV

Esses dias só fiquei pensando e pensando no que fazer, eu sabia que Justin e Bree tinham voltado, mas eu precisava acabar logo com aquela felicidade. Sabia que Justin não tinha contado da minha volta pra Bree, se ela soube-se provavelmente viria atrás de mim manda eu ficar bem longe de sua família patética. Mas não podia usar só isso, por mais que eu saiba que uma coisa que a Miller odeia é mentira, engraçado logo ela que é feita de mentiras, eles logo dariam um jeito de voltar. E o que eu queria nesse momento era arma alguma coisa pra eles nunca mais voltarem. Scott já tinha saído da cidade a três dias atrás e não sabia onde ele estava, ele tinha sumido do mapa, nem sei se morreu ou foi preso, sei lá onde aquele verme pode está. Ouvi algumas batidas na porta e mandei entrar.

- Senhora - vi um segurança adentrar minha sala. Eu tinha ficado com a mansão pra mim, nossa quem diria entrei como puta, e agora estou como patroa.

- Conseguiu saber o que eu queria? - ele assentiu e então eu me levantei - então diga logo - disse sem paciência.

- A esposa saiu para trabalhar, ele está sozinho no apartamento  - fiz uma cara de tédio quando ele mencionou '' esposa'' mas logo voltei a sorrir ao saber que Justin estava sozinho.

- Tudo bem, saiam todos de frente do apartamento - ele assentiu - agora quem vai lá sou eu - sorri e o mesmo logo saiu.

Eu só queria fazer uma visitinha já que a Bree não estava em casa, que tal fazer uma surpresa pro Bieber, adoro ver ele irritado e comigo lá vai ser fácil isso acontecer. Sai do meu escritório e fui até minha linda ferrari e sai indo pro apartamento de Justin. Assim que parei de frente pro prédio, deixei meu carro do outro lado da rua e fui até o portão principal, o porteiro não estava por lá, melhor ainda ele iria querer interfona pro apartamento e Justin certamente não me deixaria nem subir. Fui até o elevador e apertei o numero que levaria ao meu destino, eu sabia de tudo, meus seguranças fizeram um bom trabalho de distrair esse porteiro de merda e pegar todas as informações precisas. Assim que o mesmo se abriu, sai e fui até a porta do apartamento, toquei a campainha e ninguém atendeu, mas que merda. Ele tinha que está em casa os seguranças deram certeza de que ele estava. Resolvi girar a maçaneta da porta, vai que o destino estava ao meu favor, é parece que estava mesmo, porque a porta estava apenas encostada. Sorri assim que entrei, fechei a mesma e não vi ninguém na cozinha, nem sala, nem no outro quarto que provavelmente seria do pestinha que ia nascer. Só um lugar que ele podeira está no quarto dele, fui até lá e a porta estava aberta, andei pelo mesmo e nada, onde aquele filho da puta se enfiou? fui no closet e nada, assim que voltei pro quarto e parei no meio dele, ouvi o barulho do chuveiro. Hum então ele estava no banho, melhor ainda. Pensei em ir até o seu banheiro e entrar lá, mas preferia tirar minha roupa e me deitar na sua cama a sua espera, quando eu disse ''tirar minha roupa'' eu quis dizer tirar tudo, completamente nua, ok o Justin pode amar horrores a Bree, mas a carne é fraca de qualquer ser humano e a dele não é diferente. Vamos ver se Justin Bieber vai fugir de mim dessa vez . 



02 junho 2014

Love The Way You Lie - Capítulo 28 - 2° Temporada







Amber POV

  Eu sem duvidas me sentia a mulher mais feliz e realizada de todos os tempos. Nem acreditava que finalmente eu era casada com Justin, iria ter um família ao seu lado. Tudo que passei na vida, foi algo que valeu apena ser vivido, talvez se eu não tivesse passado por tudo de ruim na vida, não estaria tendo essa vida maravilhosa ao lado de Justin. Eu sabia que naquela hora minha mãe estava feliz e orgulhosa de tudo que vem acontecendo comigo, só queria que ela estivesse aqui, do meu lado, me vendo casar com alguém que realmente amo, e que não existia dinheiro, riqueza, boa vida, era apenas amor. Gostaria de vê-la aqui cuidando da minha gravidez, vendo meu filho nascer e crescer, como eu queria isso. Mas sentia que onde ela estivesse, estaria vendo toda a minha felicidade, a felicidade que ela tanto sonhou pra mim. 

  Passamos a festa toda, cumprimentando,dançando,comendo e muitas outras coisas. A festa estava incrível, se eu tivesse algum dia imaginado algo parecido, chegava até ser melhor. Justin ficava o tempo todo ao meu lado, me perguntando se me sentia bem, e eu apenas dizia que sim. Meu sorriso era algo que nunca desapareceria, me sentia renovada diante daquilo. Acabei tirando o véu do meu vestido, e fiquei apenas de vestido branco e liso . Comi muito, acho que descontei tudo que o Justin tinha me tirado essas semanas, e comi doces, salgadinhos, o bufê era divino, tudo escolhido pela Pattie. Preciso dizer o quanto Stancy se  acabou na pista de dança com a Lisa? pois bem, elas me puxaram me fazendo ficar no meio do salão e dança uma musica eletrônica, eu ria delas que me puxando fazendo dar alguns passos de dança. Encarava Justin que sorria com aquilo, os meninos entraram no ritmo e puxaram Justin também pra pista, assim todos começaram a dançar, até Pattie e Jeremy arriscaram uns passinhos, Lia e Jaxon se divertiam com aquilo. Jazzy e Chris dançavam loucamente. Justin me puxou pela cintura e me fez dançar a musica com ele, até que começou a tocar '' She'' do Ed Sheeran, esse cara canta demais. Justin me puxou outra vez, juntando mais ainda nossos corpos e sorriu, pegou na minha cintura enquanto eu envolvia meus braços em seu pescoço. No ritmo da dança nos íamos, a essa altura todos daquele salão dançavam juntinhos, os avós do Justin, até mesmo Jaxon e Lia que eram fofos. Puis minha cabeça aconchegada no ombro do Justin e ele beijou a mesma. Justin cantarolava aquela musica no meu ouvido, me fazendo fechar os olhos e viajar para outro planeta, outra constelação, nas nuvens literalmente.

- Eu te amo - ele sussurrou no meio da musica.

- Nós nos amamos - o corrigir sorrindo.

 Ele voltou a cantar e assim que musica acaba, ele me beija fazendo todos aplaudirem e sorrirem para nós. Encarei todos com uma certa vergonha, e sorri afundando meu rosto no peito de Justin. Horas se passaram e nos já teríamos que ir, nosso voou sairia daqui algumas horas, nos íamos passar apenas cinco dias por lá, por conta do nosso trabalho, Justin era muito responsável quando se tratava do seu emprego e eu mais ainda quando se tratava do meu, mas iria tirar licença apenas alguns meses antes de ter nosso filho. Rapidamente nos despedimos de todos presentes ali, e quando já estava indo, Stancy e Lisa me puxam.

- Ei você está esquecendo do boque - Stancy disse.

- Ah é verdade - sorri.

- Vamos lá, quem deseja desencalhar, fiquem por aqui - Lisa gritou fazendo algumas mulheres se juntarem a ela e Stancy no meio do salão.

- Não sei pra que isso - Chaz disse com cara de tédio.

- Está com medo de que eu pegue o boque, Charles? - Lisa disse rindo.

- Que isso - ele respondeu lhe dando um selinho.

- Stancy você pegando ou não isso ai, nos vamos nos casar amor - Austin tentou impedi-la de entrar no meio das mulheres.

- Mesmo assim, meu sonho era pegar o boque da noiva - ela respondeu.

- Mulheres são um bicho estranho - Ryan falou revirando os olhos.

- Isso tudo pra pegar um boque - Justin se manifestou - amor joga, vai - ele pediu.

- Ok, no trés, tudo bem? - elas assentiram - um - comecei a contagem erguendo o mesmo no alto - dois. Trés - falei o ultimo numero jogando o boque para trás e me virando em seguida.

  Procurei quem tinha pegado o boque e sorri logo quando vi o mesmo no colo da Jazzy. Ela nem estava no meio daquelas mulheres, ela estava sentada na cadeira ao lado do Chris apenas assistindo tudo.

- Ai meu Deus, eu nem estava querendo pegar o boque - Jazzy falou sorrindo toda boba.

- O boque te escolheu, gatinha - disse sorrindo pra ela.

- Isso é um sinal - Chris disse rindo.

- Que sinal o que rapaz - Jeremy disse lhe dando um tapa na  cabeça, nos fazendo rir.

- Isso é serio? minha irmã não vale - Justin falou emburrado - ela é café com leite - ele disse fazendo a gente rir.

- Para de ser bobo, amor - disse pra ele. Nos viramos e fomos nos despedir dos meninos. Assim que chegamos no Ryan ele riu maliciosamente.

- Que cara é essa, bocó? - Justin perguntou.

- Agora vem a melhor parte do casamento - eu ri levemente balançando a cabeça negativamente - por mais que a Bree esteja gravida, isso não há problemas, podem aproveitar, eu como medico dela, apenas quero que tenham cuidados - ele avisou me fazendo ficar vermelha - por mais que a sua gravidez seja de poucos meses - ele finalizou rindo da nossa cara.

- Quer me ensinar alguma coisa, Ryan? - Justin perguntou - você está falando com um medico, e sei muito bem o que fazer - ele riu assentindo.

- Tudo bem, podemos ir? - disse mudando de assunto, aquilo me deixava sem graça.Ah puta que pariu.

  Logo todos se despediram de nós e em seguida fomos para o aeroporto. Nossas malas já estavam no carro, e o motorista que nos levava, nos cumprimentou assim que adentramos o mesmo. 

- Agora só somos eu, você - ele encarou minha barriga - e o nosso filhote - sorri e então ele me deu um beijo.

Melissa POV

 Droga, mil vezes droga. Eu acabo com você Justin Bieber, eu acabou com a sua felicidade, seu infeliz de merda. Idiota, me deixou nessa porra de banheiro trancada, e pior só de calcinha e sutiã, quanto tivesse a chance eu não perdoaria Justin e como disse acabaria com essa sua alegria. Não é guerra que ele quer, então é guerra que ele vai ter. Eu berrava dentro daquele lixo que chamam de banheiro e ninguém me ouvia, pudia ouvir o padre falar e falar, todas aquelas coisas chatas e então quando terminou tive a certeza de que eles tinham casados. Não sei se sentia raiva de mim por ser tão idiota e ter deixado esses pombinhos se casarem ou odeio do imbecil do Justin por me trancar aqui nesse estado. Já tinha perdido as contas de quantas vezes, gritei e chutei a porra daquela porta, mas ninguém tinha ouvido suficiente pra me ouvir. Eu já estava perdendo a voz de tanto gritar, nem telefone tinha pra ligar pro Scott, tinha me esquecido ele dentro do carro. Azar da porra.

- Porra,droga, que saco merdaaaa - disse chutando a porta mais uma vez, esses era alguns dos meus xingamentos diante a situação - Alguém pode me ouvi nessa porra - falei gritando, já nem tinha mais forças pra gritar ou chutar algo.

- Meu senhor, tem alguém ai? - ouvi a voz de um homem do outro lado da porta.

- O que acha? - ironizei e bufei.

- Só um instante.

Dei um logo suspiro e não respondi quem é que seja que esteja do outro lado daquela porta.Não demorou muito pra mim ouvi o barulho da fechadura e logo a maçaneta ser girada, e em seguida um homem de idade adentrou o banheiro, ele vestia uma batina e deduzi ser o padre. Assim que o mesmo me encarou arregalou os olhos e eu dei um sorriso maliciosa.

- Minha filha, como vaio parar aqui e nesse estado? - o mesmo disse boquiaberto.

- Deixo pra falar das minhas coisas em um confessionário - pisquei pra ele.

- Tudo bem - ele falou inocente, padres! - deseja alguma coisa para se cobrir? 

- Não, eu gosto de andar assim - ri do jeito que ele ficou, eu sou terrível - foi bom ver o senhor, mas agora tenho que ir - disse - qualquer dia passo aqui pra me confessar, é olha são muitos pecados - eu sai do banheiro rindo, coitado daquele pobre padre, Melissa, pensei.

Sai da igreja e atravessei a rua, meu carro se encontrava por ali. Quando cheguei no mesmo, abri a porta do motorista e logo entrei batendo a porta com força. Filho da puta, argh que odeio daquele viado. Soquei algumas vezes o volante e logo cai em si, precisava ir até o Scott. Foi o que eu fiz, liguei o carro e sai dali cantando pneu, odeio ser lerda no volante, esse lance de que mulher no volante e perigo constante, isso se encaixa pra mim, porque pouco me importo com os outros carros ou sinais de trânsito. 

Não demorou muito e cheguei enfrente a mansão, passei pelo enorme portão, paro o carro de qualquer jeito na frente da casa e saiu do mesmo, batendo mais uma vez a porta com força, qual foi, quero descontar minha raiva em tudo que me der vontade. Abri a porta sem nem mesmo tocar a campainha, alguns seguranças me encararam dos pés a cabeça, me comendo com os olhos, viados, todos viados. Bufei ao saber que o Scott não se encontrava na sala, sei bem onde ele pode está. Andei o corredor imenso e me deparei com dois armários parados na porta do escritório, eles me comeram os olhos assim como os outros que estavam na sala. Não liguei apenas abri a porta sem nem avisar.

- Wow ta maluca, pra entrar assim... - ele parou de falar por um minuto e me encarou dos pés a cabeça e deu um sorriso malicioso - está com tanto calor assim aponto de ficar apenas de calcinha e sutiã ou você quis voltar as origens e resolveu dá pra todo mundo? - ele riu, fui bufando até sua mesa e bati minhas mãos com na mesma.

- Vai se foder, seu filho da puta - berrei irritada.

- Calminha ai, vadia - ele levantou da cadeira.

- Tua mãe que é - disse entredentes - agora cala a porra da boca e me ouve - disse seria e o mesmo deu de ombros.

- Serio, não estou afim de ouvir sobre suas fantasias sexuais - ele riu.

- Idiota, o Justin me deixou assim - disse.

- Ui, mas rápidos impossível, não me diga que ele traiu a outra vadia com você? - ele falou divertido.

- Obvio que não - me joguei na cadeira em sua frente.

- É porque está assim, totalmente gostosa de calcinha e sutiã - sorri pelo seu elogio.

- O filho da mãe, me trancou no banheiro da igreja, mas antes me seduziu e eu idiota cai. Eu tirei minha roupa e ele me trancou naquele lugar - falei com raiva e o vi rir.

- Quem diria, Bieber - ele disse rindo - ele está de parabéns com a ideia, mas serio que você foi lá pra tentar impedi a merda desse casamento? 

- Claro, eu não consegui, mas eu vou destruir esse casamento, custe o que custar - disse convicta.

- Ela está gravida,Melissa, tu acha mesmo que ele vai larga a Bree - ele girou a cadeira - aquela mulher maravilhosa, por você? - ele riu e eu continuei seria - ok, você também é uma puta gostosa, mas a Bree tem algo que enfeitiça qualquer homem da face da terra - ele disse quase babando, ela é uma vadia isso sim.

- Mas eu vou pensar em alguma coisa - disse cruzando os braços.

- Tá mas porque veio aqui? - ele perguntou, me encarando.

- Quero a sua ajuda, afinal você disse que ia me ajudar e até agora não fez porra nenhuma - bufei.

- Sinto lhe informa uma péssima noticia - ele me encarou serio agora.

- E qual é?

- Estou sento procurando, todos os policiais e bandidos querem minha cabeça, descobriram minha identidade falsa, e quererem me matar no caso os bandidos e me prederem no caso os policiais. Eu vou sumir, evaporar do mapa, não vou poder te ajudar - ele disse.

- Que merda, mas tudo bem eu arranjo um jeito pra fazer isso sozinha, mas agora o jogo vai ser diferente, vou agir dessa vez - disse o encarando com um sorrisinho falso - quando penso que a essa hora, eles estão lá, juntos e felizes, me dá uma raiva ...

Bree POV

  Depois de algumas horas, nos chegamos finalmente no hotel que ficaríamos hospedados esses cinco dias, aqui de lua de mel. Justin foi até a recepcionista e pegou o catão da nossa suite, nossas malas tinham subindo com o mensageiro e então fomos um pouco depois. Justin parou na minha frente amostrando o cartão e me dando um beijo, ele me abraçou pela cintura e depositou um beijo no meu pescoço me arrepiando. 

Assim que o elevador abriu no andar que queríamos, Justin sorriu pra mim e pegou no colo, me fazendo rir. 

- Você leva mesmo a serio essa tradição - ele riu indo até a porta da suite.

- Eu sempre faço as coisas devidamente como manda o figurino, amor - ele sorriu malicioso, me fazendo lhe dar um leve tapa no ombro.

  Justin abriu a porta do quanto e então fechou o mesmo atrás de nos e logo encarei toda aquela suite enorme, parecia que estava em um filme e olha esse filme era o mais foda de todos. 

- Tudo isso aqui é nosso - ele falou - vamos aproveitar bastante - eu ri do jeito safado dele.

- Isso é demais - ele me colocou no chão e me abraçou.

- Isso não é nem a metade do que eu tenho pra te dá - eu sorri e lhe dei um selinho demorado.

Justin não deixaria aquilo em apenas um selinho, muito pelo contrário ele faria daquele selinho o beijo mais gostoso, desejoso, quente, amoroso, selvagem de todo o mundo. E foi o que ele fez, sem me dá chance de pensar Justin logo apertou minha cintura, enquanto minhas mãos caminhavam entre os fios dos seu cabelo, macio, loiro e sedoso. Nossas línguas a essa altura já travavam uma batalha entre elas, uma batalha gostosa vamos se dizer, sua língua ia e vinha, sugando a minha e fazendo nossas salivas se misturarem, nossos corpos colados. Sem parar o beijo, Justin foi tirando os sapatos com os próprios pés e eu larguei uma mão do seu cabelo e tirei os meus, sem larga-lo. O vi sorri entre o beijo e logo senti as mãos do Justin em minhas costas, eu de vez em quando puxava alguns fios do seu cabelo intensificando o beijo ainda mais. Senti o zipes do meu vestido sendo aberto pelas mãos de Justin, separei um pouco nossas bocas, e o encarei sorrindo sapeca, mordi seu lábio inferior e logo voltei a beija-lo com a mesma intensidade de minutos atrás. Meu vestido tomara que caia estava completamente aberto, deixando a parte de cima do meu sutiã de renda branca amostra. 

 Justin desgrudou os nossos lábios e em encarou, abaixou o meu vestido ainda mais e o senti deslisar sobre meu corpo até para-lo no chão daquela suite. Ele sorriu malicioso ao meu encontrar com aquele conjunto de peças intimas. Fui levando minhas mãos para dentro do seu blazer e fui até seus ombros e o tirei, vendo joga os braços para trás e deixar o blazer também cair no chão. Voltamos as nos beijar e o beijo agora era mais feroz, e com mais necessidade, a língua de Justin voltou a reinar mais uma vez em minha boca deixando seus gosto se misturar com o meu. Ele apertava minha cintura outra vez, eu só estava com um mês e alguns dias de gestação, ainda não era nenhuma gorda, ainda mais eu que era magra, parecia que nem estava gravida, senti suas mãos subirem até meus seios e arfei entre o beijo, segurando firme seus ombros. Desci minhas mãos até o primeiro botão da sua blusa social e quando ia tirar, Justin parou o beijo.

- Não tenho paciência - ele falou rasgando a própria blusa me fazendo ri abafado. 

A blusa já tinha se juntado ao blazer e ao meu vestido, espalmei minhas mãos sobre seu abdômen definido, suas tatuagens pelo corpo os deixava mais sexy do que nunca, engraçado que nunca tinha as mencionado antes, mas elas tinham o poder de deixar aquele homem mais atraente que o normal. Deslisei meus dedos no seus ombros até seus braços o vendo se arrepiar, seus pelinhos se enrijecerem com o meu toque, já ele mantinha suas mãos ao alcance dos meus seios os apertando levemente, me fazendo dar um suave gemido entre o beijo. Partimos o beijo e Justin me guiou até aquela cama imensa, senti minhas costas encostarem no colchão e o chamei com o dedo indicador, pudi ver Justin subir encima de mim e parti para o meu pescoço, meu pondo fraco, agora tinha sido a minha vez de me arrepiar com o seus toques. Senti seu beijo molhado contra a minha pele, logo senti sua língua sugar aquela região, me fazendo passar as unhas levemente em suas costas. Justin se encontrava entre as minhas pernas, sua mão segurava firme minha coxa, enquanto a outra se mantinha em minha cintura. 

 Seus beijos foram descendo, até chegar no meu ombro e seguindo pra o meu colo, o senti beijar arredor de um dos meus seios, sua mão já estava no fecho do mesmo pronto para tira-lo do caminho. E em questão de segundos, meu sutiã afrouxou e então Justin tirou o mesmo do meu corpo, passando pelos meus braços e jogando em algumas parte daquele quarto enorme. Senti os lábios de Justin contra meu seio direito, senti seus beijos molhados e em seguida sua língua passar pelo bico no meu seio o sugando, fechei os olhos me agarrando ao seu cabelo e gemendo, suas sugadas erma cada vez melhores, e Justin fez isso com os dois, ficou um tempo naquilo, brincando com os meus seios, que agora estavam maiores, por conta da minha gravidez. As mãos de Justin passaram sobre a borda da minha calcinha e logo foram até minha bunda a apertando me fazendo soltar um gemido abafado no canto do seus ouvido. Justin desceu o beijo até a minhas pernas e parou, tocou no fundo da minha calcinha e sorriu.

- Molhadinha - ele sussurrou assim que fez os movimentos circulares com os dedos por cima da calcinha.

Pendi minha cabeça para atrás suspirando pesado, oh meu Deus, como aquilo era bom, gostoso, prazeroso ainda mais o ele, que tinha um poder incrível de deixar qualquer mulher alucinada apenas com algumas tocadinhas. Mesmo sabendo que agora só vai deixar uma pessoas alucinada ao fazer essas coisas, eu. Ele dava leves beijos no interior das minhas coxas e então o mesmo afastou a calcinha e pois a boca ali sugando meu clítoris e o vi rasgar minha calcinha apenas com um puxão, sorri e então ele jogou aquela peça longe. Justin cada vez mais sugava minha intimidade me fazendo gemer que nem uma cadela no cio, o que posso fazer se meu marido me causa as sensações mais loucas e mais gostosa do mundo? Pois bem, eu amava sentir aquilo, e Justin me torturava de todas as formas possíveis, ele apertava minha coxa com força, me fazendo segurar firme o lençol branco que tinha sobre a cama, sentir sua boca ali me deixava de pernas bambas. Senti meu corpo estremecer, uma corrente passou por ele, minhas pernas ficaram tremular, me contorci um pouco na cama assim que sinto a língua de Justin passar sobre meus lábios maiores, sugando minha intimidade com intensidade, e me penetrar com sua língua, aquilo foi tudo pra mim gozar em sua boca, sentido o mesmo limpa todo o liquido. Dei um longo suspiro, controlando minha respiração e então Justin juntou nossos lábios, me impedindo de qualquer outra coisa. 

Sua linguá invadiu minha boca outra vez, mas logo parti aquele beijo maravilhoso. Me virei e empurrei Justin na cama, fazendo suas costas se chocarem entre o colchão, ele sorriu com aquilo, mordendo seu lábio. Subi encima do mesmo, lhe dei um selinho e comecei a tirar o cinto da sua calça e quando consegui o joguei longe. Justin me ajudou a tirar sua calça e assim o joguei pela quarto assim como as outras peças. Agora só a sua boxer preta da Calvin Klein nos impedia de qualquer tipo de penetração, mas eu também quero brincar um pouquinho com ele. Comecei a distribuir beijos sobre seu abdômen, chupei de leve seu mamilo e o ouvi arfa, aquilo era fatal para um homem, se Justin já estava excitado, com aquele ato ele já estava maluco. Sorri ao perceber que a minha investida tinha dado certo, desci os beijos e cheguei até a barra da sua boxer, comecei a massagear seu membro com uma das mão, vendo-o revirar os olhos e da um gemido rouco, oh me Deus, como eu amo aquele gemido. Abaixei sua boxer até seus joelhos e então dei de cara com seu membro completamente duro, Justin riu da minha cara e eu ri junto. Peguei o seu pênis e comecei a movimentar com a minha mão, e logo encostei minha boca por lá, lambendo a sua cabecinha e em seguida, chupando-o por completo. 

- Wow, Amber puta que pariu - Justin disse entre seu gemido rouco.

- Você gosta disso? - disse movimentando minha boca cada vez mais rápido e o mesmo assentiu - acho que não ouvi - disse sorrindo sapeca quando tirava seu membro de minha boca.

- Você ainda pergunta? -  ri, era bom brincar com ele - vai, agora continua,por favor  - ele pediu, não na verdade ele implorou.

 Voltei com os movimentos, engolindo seu membro grande e completamente ereto, aquilo era gostoso. Eu não era nenhuma santa, e ainda mais quando se tratava em transar com o Justin, ai mesmo que eu perdia qualquer tipo de sanidade no mundo. 

- Porra que boca gostosa - ele falou segurando meu cabelo me ajudando com os movimentos.

- Não só minha boca é gostosa - disse lambendo a cabeça do seu pau.

- Não, não você é gostosa por inteira mesmo - sorriu pra mim, mordendo o lábio.

 Senti as veias de Justin ficarem cada vez mais grossas dentro de minha boca, e em questão de segundos ele gozou, e então fiz o meu trabalho de limpa-lo. Justin empurrou sua boxes das suas pernas e a jogou no chão. Subi encima do seu membro - sem penetração - comecei a roçar nossos sexos um no outro, enquanto sentia o gosto do seu beijo. Ele segurava firme minha cintura, algumas vezes descia mais um pouco apertando minha bunda, me fazendo arfa. Enquanto eu roçava nossas intimidades. Justin ia até o bico do meu seio e o chupava. Ele parou com aquilo e desceu sua mão até o seu membro segurando a base e então me levantei um pouquinho e  ele posicionou o mesmo na minha entrada, fui me sentando novamente sentindo o seu membro me preencher por completa. Gemi ao senti-lo dentro de mim, e espalmei minhas mãos em seu peito arranhando o mesmo com as minhas unhas grandes, e Justin gemeu por finalmente está dentro de mim e por eu ter cravado aquelas unhas em sua pele. Comecei os movimentos lentos, me movimentei um pouco mais rápido e sentir as mãos do meu marido segurarem minha cintura intensificando as entocas, quicava em seu membro cada vez mais rápido e minha respiração já começava a ficar cada vez mais pesada.

Sem me deixar pensar, Justin se sentou na cama me deixando em seu colo, sem sair de dentro de mim. Senti seus lábios tomarem conta do meu pescoço e sentir meus pelos levantarem. Suas chupadas leves me fazia revirar os olhos e pedir cada vez por mais e mais. Me movimentei encima do seu pênis, apenas dando leves remexidas, sem muitos movimentos. Ele beijava meu ombro, meu rosto, minha boca, aquilo era realmente gostoso, nosso suar já era visível, mas quem se importava, mesmo? pois bem, Justin segurou firme meu cabelo com as duas mãos e foi até meus lábios, beijando com uma vontade fora do comum, ele puxou o mesmo e deixei minha boca entre a berta esperando por mais, mas não, ele apenas me encarava sorrindo.

- Porque parou? - perguntei abrindo os olhos e o encarando.

- Não, sei - ele respondeu me dando um selinho e me deitando dessa vez na cama - vamos fazer amor até amanhecer, que tal? 

- Tentador - disse sorrindo abafado em seu ouvido.

- Pois se prepare, que ainda temos muito tempo - ele mordeu o lóbulo da minha orelha fazendo-me arrepiar.

- Não me importa, eu quero que seja assim - ele assentiu, e movimentou seu membro dentro de mim - wow - gemi segurando firme suas costas.

- Então é assim que vai ser, meu amor - sorriu antes de me beijar.