18 abril 2014

Love The Way You Lie - Capítulo 13 - 2° Temporada





Justin POV

 Depois que consegui recuperar o folego, assim como ela, nós continuamos na mesma posição. Por mim ficaria assim pro resto da vida, ela era tudo que eu precisava, eu ainda estava dentro dela, e ela não se incomodava com nada disso e nem eu. Ela mantinha sua cabeça sobre meu peito e eu a envolvia em meus braços, ela fazia uma caminho imaginário sobre a minha barriga que me fazia arrepiar e sorri. Aquilo era tão bom, que a gente esquecia de tudo até mesmo de que depois nós voltaríamos, pra mansão e teríamos que manter “distância” e isso me deixava maluco, porque a cada segundo que se passava era seu corpo, era seu beijo, sua pele que eu sentia falta. Por mais que eu a irrite, isso era certo, nós teríamos que continuar nessa. Uma coisa era que eu não iria me iludir de que a Amber pode-se mudar, isso nunca aconteceria, ok ela pode gosta do que rola entre a gente, mais ela nunca vai sentir o que eu quero que ela sinta por mim. Ela levantou a cabeça me encarando e eu lhe dei um selinho.

 - Eu gosto disso – ela disse baixo. 

- Disso o que? – perguntei me ajeitando no sofá e ela saiu de cima de mim e se juntou ao meu lado.

 - De ficar assim, sem brigas – ela respondeu – por mais irritante que você seja, eu me sinto bem – ela disse e eu dei um leve sorriso.

 - Obrigado pelo irritante, isso é uma virtude minha – ela mordeu minha orelha – ai – resmunguei.

 - Isso não é virtude – eu a encarei. 

- Já que você diz – dei de ombros. Era bom ficar sem brigas assim como ela disse. Ela assentiu e o seu telefone tocou – deixa que eu pego – disse esticando o braço e pegando sua bolça e assim tirei o telefone do mesmo vendo escrito na tela do aparelho “ Scott ” o que esse cara queria? Eu lhe entreguei o celular e ela bufou rejeitando a ligação.

 - Chato – ela reclamou.

 - O que ele quer com você? – disse me sentando no sofá e ela fez o mesmo, ela pegou sua calcinha vestiu e eu peguei minha boxer fazendo o mesmo que ela.

 - Me encher o saco, só pode – ela disse com desdém. 

- Ele está no seu pé? – ela assentiu e eu pude sentir um raiva dominar minhas veias. Esse cara tinha um olhar estranho em relação a Bree – toma cuidado com ele – disse sério e ela me encarou. 

- Porque? Você acha que ele desconfia de nós? – neguei e ela me encarou em confusão.

 - Amber você sabe do que eu estou falando – ela suspirou assentindo.

 - É eu sei, ele veio com um papinho pra cima de mim antes de vir pra cá – naquele momento o ódio me subiu à cabeça e eu só queria saber qual é a desse otário filho da puta. Tranquei meu maxilar deixando nítido minha raiva.

 - Se ele continuar no seu pé me avisa – eu disse lhe encarando e ela bufou – promete – disse e ela assentiu.

 - Ele não vai fazer nada – ela se levantou e eu fiquei lhe observando - eu acho que preciso de um banho - ela sugeriu sorrindo.

- Também acho que preciso de um - falei levantando animado pelo possibilidade de tomar banho com ela.

- Não senhor, eu tomo primeiro depois você - ela disse fazendo meu sorriso malicioso desaparecer e ela veio até a mim - onde fica o banheiro ? 

- Primeira porta a direita - disse a vendo sorri cínica e então ela passou por mim e eu me virei vendo sua bunda maravilhosa, suas costas nuas porque ela não cobria nada na parte de cima.

- Vai mesma fazer isso comigo ? - perguntei irritado, porra era apenas um banho.

- Vou - ela virou novamente e foi a caminho do banheiro e eu bufei.


Amber POV

 Assim que cheguei no banheiro eu ri, ele não queria tomar um simples banho, ele queria ficar de safadeza isso sim. Mais eu tinha que voltar pra casa, antes de sair da sala levei meu celular junto comigo. O idiota do Scott poderia me ligar mais uma vez, ele já estava querendo me controlar e isso me irritava, porque ele fica colocando coisas da cabeça do Ethan, só pra me ferrar. Encostei a porta do banheiro e tirei minha calcinha outra vez, agora pra tomar o meu banho. Deixei a mesma no chão e adentrei o box, liguei o registro e senti a água na temperatura ideal pra aquela hora, relaxei e molhei meus cabelos. Não importava eles secavam rápidos e não correria perigo de chegar com eles daquele jeito. Estava passando o sabonete quando vejo Justin entrar no banheiro com um sorriso cínico e malicioso entre os lábios.

- Eu disse que você não vai tomar banho comigo - afirmei tirando o sabonete do meu corpo e ele riu entrando no box sem permissão, mesmo que a casa seja dele.

- E quem disse que eu quero tomar banho ? - ele sorriu malicioso e me agarrou pela cintura, jogando meu corpo contra a parede.

- Aah dá pra parar com isso? - ele negou sorrindo e mordendo meu pescoço por ultimo.

- Eu gosto disso - ele sussurrou no meu ouvido.

- Merda Justin! - exclamei me rendendo.

- Sabia que também queria a mesma coisa - ele falou vitorioso e beijando meus lábios. 

Minhas costas se prendiam contra o azulejo branco molhado e um pouco gelado. Justin passou sua língua pela minha tomando cada vez mais espaço sobre minha própria boca. Ele segurava meus seios e os apertava levemente me causando gemidos sonoros. 

- Oh Bieber - falei o empurrando um pouco, só um pouco. Porque no fundo eu queria muito aquilo outra vez - para, eu preciso terminar meu banho e ir embora - falei suspirando pesado.

Justin nem se importava com o que eu dizia e continuava distribuindo beijos sobre meu pescoço, colo, até chegar em meus seios e quando chegou pudi senti sua língua quente envolver um dos meus seios, sua língua ia e vinha com facilidade me fazendo arranhar suas costas. Água do chuveiro já tinha molhado o Justin todo, mais ele nem se importava com isso o foco dele era outro nesse momento. Ele largou meus seios e tomou mais uma vez minha boca, suas mãos agora seguravam firme a minha cintura. Parei o beijo já com falta de ar, que homem era aquele, meu Deus ?

- Que tanto fogo - disse rindo e ele fez o mesmo.

- Já disse, tudo culpa sua - ele falou me dando um selinho, senti sua mãos passar pelas minhas pernas me causando arrepios.

- Você que é um tarado - ele riu apenas alisando a lateral da minha coxa.

- Não, você que é gostosa - eu sorri e ele mordeu o próprio lábio, me fazendo beija-lo.

- Você é um idiota, Justin Bieber - ele riu colando mais uma vez nossos lábios com outro beijo de tirar o folego.

  Justin passou suas mãos na minha intimidade me fazendo gemer baixo. Pudi ver um sorriso querer se forma entre o beijo, ele se divertia com aquilo, gostava de me ver completamente rendida a ele. Mas por mais que eu tenta-se querer distancia não conseguia, era mais forte que eu. Senti os dedos de Justin se movimentarem contra meus clítoris, me fazendo prender os gemidos, me separo de sua boca e o encaro e ele mantinha aquela cara de safado e com um olhar provocante. Mordi meu próprio lábio inferior, na tentativa falha de conter meus gemidos, ele fazia movimentos circulares sobre minha intimidade me causando uma pequena corrente elétrica no meu corpo. Aquele homem era maravilhoso.

- Eu vou fazer você gemer, mais um pouquinho meu nome, baby - ele disse sussurrando no meu ouvido e me penetrando com dois dedos.

- Ohh Bieber - falei soltando o ar preso dos meus pulmões.

- Continue - ele pediu, aquela voz me fazia ir aos céus.

Eu continuei gemendo no seu ouvido, enquanto ele me penetrava com os dedos, quanto achei que a coisa ia ficar muito melhor e ia pode sentir Justin outra vez dentro de mim, algo nos atrapalhou.

- Droga! - ele falou assim que ouvimos a campainha tocar - vai ficar tocando - ele falou voltando a beijar meu pescoço.

- Não Justin, pode ser alguém importante - falei o afastando um pouco e ele tirou seus dedos do lugar que estavam.

- Merda - ele reclamou e pegou uma toalha enrolando em sua cintura, ele estava com sua boxer molhada e não ia atender quem lá fosse de boxer - tudo bem, eu vou lá - ele disse me dando um selinho rápido e saindo do banheiro.

 Voltei a terminar meu banho rindo da situação. Se não fosse essa campainha íamos acabar transando outra vez. Foquei no meu banho até terminar o mesmo.

Justin POV

Droga, quem lá fosse esse filho da puta que me interrompeu eu iria xinga-lo pro resto da vida. Onde já se viu atrapalhar as pessoas em um momento tão importante assim ? Eu fui até a porta e abri a mesma, quando vi quem eram e os metei só com um olhar.

- E ai dude - vi o Chaz e o Ryan entrarem no meu apartamento sem nem se quer pedirem permissão.

- Nossa passou algum furacão aqui - Chaz disse rindo e pegando o vestido da Amber na mão que estava na sala.

- Não tinham outra hora pra perturbar, não seus viados ? - falei fechando a porta emburrado.

- Eu acho que atrapalhamos a transa de alguém - Ryan falou divertido, ele ainda não tinha me perdoado pela vez que o atrapalhei com a gostosa naquela primeira festa.

- Não, era o segundo raund - eles riram, mais eu continuei serio - vocês são uns viados, filhos da mãe - falei e eles se jogaram no sofá - porra tanta hora pra me encher, ou melhor aparecer aqui, tinha que ser agora ? Vão tomar no cu - ele nem se importaram com as coisas que eu dizia.

- Fico feliz em te ver também, Bieber - Chaz debochou rindo.

- O que querem ? - falei os encarando - como sabiam que eu estava aqui ?

- Nós viemos fazer uma visitinha e vamos pro trabalho com você - Ryan respondeu a primeira pergunta.

- E o Austin nos disse que vocês estaria aqui - Chaz respondeu a segunda. 

- Justin você viu onde estava meu ves... - Bree apareceu na sala de toalha fazendo os dois panacas focarem nela e então ela corou sem graça - meu vestido ? - ela falou terminando a frase e eu fui pra perto dela, já que Ryan e Chaz não tiravam os olhos dela.

- Eu acho que é esse aqui - Chaz falou levantando o vestido que tinha nas mãos e então eu puxei de suas mãos e entreguei a ela. A mesma saiu e foi pro quarto - uau - ele disse ainda em transi.

- Já imaginou uma mulher dessas na minha casa - Ryan murmurou.

- Só imagina - sorri cínico - agora dá pra pararem ? - eu disse os fazendo voltar pra terra.

- Foi mal - Eles disseram.

- Cara vocês voltaram mesmo - Chaz disse me encarando - Justin sou seu fã cara - ele falou de uma maneira engraçada me fazendo rir.

- Eu vou no quarto falar com ela - falei eles assentiram e eu foi até o quarto.

Assim que cheguei no quarto a mesma já colocava seu vestido, eu lhe abracei por trás e ela se virou rindo.

- Que vergonha - ela disse assim que se vira de frente pra mim.

- Eu não gostei o jeito que eles te olharam - ela revirou os olhos rindo e calçou os seus saltos.

- Ah Justin, fala serio - ela disse levantando agora pronta.

- É serio - afirmei envolvendo sua cintura - Você vai ficar ainda não vai? – perguntei e ela sorriu e negou em seguida – porque? 

- Porque você precisa trabalhar e eu preciso voltar pra casa, a gente não pode relaxar enquanto a isso – eu bufei a largando. 

- Tudo bem – me sentei na cama e ela veio até a mim e me deu um beijo, calmo. Pude sentir sua língua pedir passagem e eu abri a boca lhe dando qualquer tipo de passagem que precisava. Nós brincávamos entre o beijo, ela sugou minha língua, e eu chupava e mordia seu lábio. Parei o beijo com dois selinhos.

- A gente vai ter mais momentos como esse – ela disse me fazendo assenti. A gente estava começando a ter uma relação amigável.

 - Por exemplo esse final de semana – eu sugeri – passa ele comigo – eu pedi e ela arregalou os olhos.

 - Está maluco? – ela riu – eu não posso passar o final de semana como você – eu a encarei confuso.

 - Porque não? – quis resposta de imediato. 

- Primeiro você vai passar com os seus irmãos, segundo eu tenho a boate pra cuidar sem a sua ausência – ela saiu de perto de mim e se encostou na parede cruzando os braços – E sem 
conta de como eu iria falar pro Ethan que ia passar meu final de semana fora? – bufei. 

- Meus irmãos te adoram, a Jazzy então – ela sorriu pra mim – eles não iam se incomodar – ela negou com a cabeça, teimosa – e a boate tem várias pessoas pra cuidarem dela e o Ethan ... – me calei não tinha o que falar pra ele. 

- Viu, não tem o que falar – ela disse – sem contar que ficaria muito na cara se nós dois resolvêssemos passar o final de semana longe na mansão, daria mais chances do Scott e da Melissa pegar no nosso pé – ela estava certa. 

- Verdade, mas eu estou pouco me fodendo pra eles – ela pegou a bolça e então eu me levantei – mais você pode passar aqui – ela assentiu e eu fui até ela.

 - Eu venho aqui, a Jazzy vai achar estranho ver a gente se falando – eu ri e ela foi até a sala e eu a segui.

 - Deixa que com ela eu me resolvo – ela assentiu assim que chegamos na sala e os caras nos encararam.

- Tchau Ryan - ela falou e o mesmo levantou e deu um abraço nela - Tchau Chaz - esse fez a mesma coisa, mas só que ele foi mais ousado e apertou ainda mais ela contra seus braços. 

Eles se soltaram assim que eu encaro o Chaz serio e ele entendeu o recado. Eu sei que isso é idiota, ela nem é minha namorada, nem nada. Mas era estranho saber que outro homem podia tocar ela, podia ter mais direitos que eu, e era exatamente isso que acontecia. Ela foi andando até a porta e eu a segui. 

- Ei espera - falei assim que vejo-a saindo do apartamento.

- Oi - ela me encarou sorrindo, eu a puxei fazendo nossos corpos se chocarem e eu lhe beijei e ela sorriu entre o beijo - é melhor eu ir - eu concordei e a vi indo até o elevador e entrando no mesmo. 

Voltei para dentro do apartamento, os caras riram da minha cara.

- Justin Drew Bieber, mais uma vez apaixonada - Chaz falou e eu revirei os olhos - quer dizer, por esse mulher você sempre esteve apaixonado - eu me joguei no sofá.

- Pois, mais uma vez - falei cruzando os braços.

- Ela está cada vez mais gos... linda - Ryan falou e eu tranquei o maxilar.

- Então, vocês não me atrapalharam pra ficar falando sobre a Bree, não é mesmo ? - eles sorriram. 

- Viemos pra ir pro hospital com você - Ryan falou.

- Okay, eu vou me arrumar - eles me encararam sorrindo, eu ainda estava só de toalha e eles sacaram quais eram as minhas intenções antes deles chegarem.

Eu sai da sala rindo um pouco, e fui até o quarto. Peguei a roupa que estava quando vim pra cá, terminei e voltei pra sala e então nós saímos do apartamento e fomos direto pro hospital. 

...

Amber POV



Tinha chegado em casa fazia um tempo, já tinha até escurecido. Eu tinha ido de manhã cedo pra casa do Justin e já eram quase sete da noite praticamente, o dia todo tinha passado sozinha, só tinha alguns seguranças na casa, mas eles não contam. Eu tinha passado o dia todo também mal, quer dizer sentia alguns embrulhos no meu estômago, eu acho que comi demais o dia todo, me entupi de besteiras, parecia até mesmo um gorda ou uma pessoa que nunca tinha visto comida na sua frente, mais também fazia um tempo que não comia com o tanto de trabalho que tinha pra resolver. Eu estava na sala assistindo qualquer besteira, até que decidir ir pro quarto, eu me joguei na cama pensando no que tinha rolado no apartamento do Justin. Aquilo foi tão louco e tão bom ao mesmo tempo, quer dizer a gente estava se comportando de maneira diferente, estávamos começando a ter uma relação boa, pelo menos eu acho. Como eu as vezes queria gritar pra ele e falar um '' eu te amo, seu babaca '' mais ele não ira acreditar, ele ainda acha que eu só quero curti com a cara dele. Sem contar que nem sei se ele ainda sente a mesma coisa que sentia antes, pode ter mudado depois de todas aquelas palavras idiotas que saíram da minha boca. Eu acabei me sentando na cama e passei as mãos pelo meu rosto respirando fundo, e tentando tirar aquilo da minha cabeça. Assim que encarei a porta vi a Stancy parada na mesma, e eu a encarei incrédula e ela sorriu.

- Faz tempo que está ai? – perguntei e ela negou.

- Não, agora me conta como foi lá? – ela disse vindo até a mim e se sentando ao meu lado na cama.

- Transamos – falei de uma maneira rápida e objetiva e ela me encarou incrédula.

- Não me diga Bree – ela falou debochando fazendo uma cara de surpresa com o que eu tinha dito e aquilo tinha me feito rir um pouco – conta as coisas direito – ela pediu e eu abri a boca – não quero detalhes, bom deixar claro – eu assenti sorrindo, ela sabia que eu ia contar os detalhes se ela não avisa-se.

- Ah eu vou ter que te contar essa – me ajeitei me virando pra ela – ele pediu pra mim dançar partition pra ele – a mesma riu.

- Que safadinho – eu assenti – e claro você dançou – eu ri.

- Sim dancei, nossa foi diferente dessa vez – ela me encarou confusa – sabe a gente não brigou, nem ficou irritando um ao outro – falei boba e ela só sorria – sem contar que ele disse que estava com saudades de mim e nossa você não tem noção da minha felicidade, ele foi o Justin de antes – me joguei na cama e ela se deitou do meu lado e ambas encararam o teto.

- Você está se comportando literalmente como uma adolescente apaixonada, amiga – eu a encarei.

- Mais eu estou apaixonada –  aquilo não era algo que eu achava, era algo que eu tinha plena certeza . Eu estava completamente apaixonada por aquele homem.

Justin POV 

Já tinha saído do trabalho e tinha ido direto pra boate. Eu estava cheio, cansado de trabalho, ainda bem que esse final de semana era todo meu e dos meus irmãos e talvez da Bree. Eu estava sem um pingo de paciência pra alguém hoje, eu ainda tinha que dar um jeito em vagabundo desobediente. Assim que cheguei na boate fui direto pro escritório falar com o Ethan, assim que chego lá, ele estava com uma puta. Ela estava no seu colo praticamente dando pra ele, eu entrei e forcei uma torce e ele rapidamente tirou a piranha de cima do seu colo. Ele fez um sinal pra que ela saísse do local e então ela fez o mesmo, mais antes da mesma sair me encarou dos pés a cabeça, com um sorriso maldoso no rosto, não retribui. Fechei a porta e ele me encarou um pouco irritado.

- Pode falar - me sentei em sua frente e então o encarei.

- Não queria nada demais - ele riu pegando um uísque.

- Então você me atrapalhou pra nada ? - eu assenti cínico e ele ainda riu um pouco - quer ? - me ofereceu a bebida e eu assenti mais uma vez.

- Na verdade quero saber se o filho da puta já chegou - ele sabia de quem eu falava. Ele me entregou o copo com a bebida e dei um gole.

- Não, mais daqui a pouco ele está por ai, vendendo a droga pros meus clientes - ele disse serio - mais é bom ficar de olho - ele se sentou outra vez na minha frente e bebeu o uísque e eu fiz o mesmo agora tomando tudo de uma vez só.

- Não respondo por mim - ele riu.

- Não quero que respondo, só faça o que for preciso - eu relaxei na cadeira.

- Não tem medo ? - do nada aquela pergunta me rondou a cabeça.

- Medo de que ? - o mesmo me encarou ainda tomando sua bebida.

- Dá Miller te ver com alguma puta ? - nem sei porque perguntei isso, Ethan riu.

- Justin vamos combinar que não tenho medo de nada nem mesmo da Amber - umedeci meus lábios secos assentindo - não é porque nós temos um relacionamento que não posso me divertir com outras, ela sabe disso - eu me aproximei mais dele - agora ela não pode - engoli em seco aquelas palavras inesperadas.

- Está certo - afirmei tentando disfarça qualquer feição que eu pudi ter naquele momento.

- Ethan o filho da puta chegou - Scott abriu a porta do escritório cortando aquele tipo de conversa.

- Ah claro, bom Justin agora é com você - eu assenti e me levantei. 

Passei pelo Scott que me encarou com raiva, mais eu não liguei pra esse otário. Peguei minha arma calibre 38 e puis na cintura, cobri a mesma com a minha blusa e desci as escadas. A boate já estava lotada, eram umas oito e meia da noite, e pessoal parecia gostar de diversão logo cedo. Assim que parei no começo da escada, encarei o palco e lá tinham Melissa e Camila dançando sensualmente pros clientes. Algumas desfilavam de uma lado pro outro com algum cara, passando por mim e subindo pra algum dos quartos. Eu disse eles gostam de diversão cedo. A musica alta quase estourando meus tímpanos, algumas meninas que não trabalhavam aqui, elas só estavam pra curti uma boa musica, dançavam e tinha algumas carinhas que ficavam as encarando. Foquei minha atenção pro que realmente era preciso, passei meus olhos pro todo o lugar e avistei o otário de longe, já entregando algumas drogas para algumas meninas. Chamei o Harry e ele veio até a mim e pedi pra que ele me acompanha-se. Nós passamos no meio de algumas pessoas, que dançavam, bebiam, se drogavam. Não sabia se era droga nossa ou do filho da mãe. Ele estava do outro lado da boate, com alguns pacotinhos na mão, eu fui me aproximando cada vez mais e então quando ele me ver, ele arrasta toda a droga que estava por perto dele e sai correndo. Eu faço um sinal pro Harry correr pelo outro lado, pra cercamos ele. O viado corria rápido, minha vontade era de lhe acerta um tiro no meio das pernas. Mais eu sabia que íamos pega-lo sem precisa fazer isso. Eu passava esbarrando em todo mundo, e ele não era diferente, o mesmo conseguiu sair da boate e parou no meio do estacionamento vazio. Ótimo! A vistei Harry do outro lado e parei de correr, ele estava cercado. Ele parou no meio do estacionamento e encarou eu e Harry, cada um de um lado.

- Fim da linha - falei sorrindo cínico pra ele e pegando a arma da minha cintura.

- O-olha e-eu ...

- Cala a boca - disse pegando ele pelo braço.

- Você bem nos ajudou vindo pra cá, assim não acabamos com a tua cara na frente de todos - Harry disse divertido - olha que legal - eu joguei o cara no chão e o encarei.

- Você pensa que está li dando com quem ? - disse serio e apontando a arma na cara dele.

- F-foi mal ai cara - ele disse nervoso - e- eu jujuro que só queria uma grana - Harry riu.

- Filho da puta só pode está brincando - ele disse sem paciência e juro eu também não estava com a minima.

- E VOCÊ ACHOU QUE IA CONSEGUIR GRANA NA PORRA DA BOATE DOS OUTROS ? - gritei lhe assustando - você acha mesmo que ia ficar assim ? - sorri mais uma vez cínico.

- Já falei foi mal ai porra - eu já estavam me irritando com esse merda, eu levantei e o encarei jogado no chão.

- Sabe eu estava vendo o seu histórico e ele não é um dos melhores, vagabundo - Harry disse.

- E o que descobriu ? - perguntei.

- Adora se aproveitar de uma novinha indefesa - Harry respondeu e eu encarei o merda na minha frente.

- Além de drogado vagabundo, ainda é estuprador ?! - eu senti uma raiva, mais uma raiva. Eu tinha uma irmã mais nova, e por ela e pelas outras meninas que ele já devia ter abusado por ai eu acabaria com ele - Eu deveria enfiar essa arma no seu ...

- N-ão, não cara - ele gritou me interrompendo.

- Você foi desobediente - afirmei andando de uma lado pro outro - e eu odeio pessoas desobedientes, e imundas como você - ele tremia, o nervosismo dele era nítido a todo o momento, Harry apenas analisava, ele só iram fazer alguma coisa se eu pedi-se - O Ethan tinha te avisado, tinha pedido pra ficar longe do que é dele e olha o que você faz - levantei as mãos pro alto - desobedeceu - ele tremia, mas mesmo assim foi até a droga que estava no chão e assim que eu o vejo pegando, disparo um tiro em sua mão que ia pegar a droga.

- Aaaai PORRAAAA - ele gritou de dor.

 - Isso aqui agora é nosso - disse pegando toda droga que tinha perto dele e entreguei pro Harry.

- C-cara isso ai é meu, caralho - ele ainda gemia de dor - foi uma porra pra pegar isso dos caras, eles vão me matar - ele disse apavorado, e eu tranquei o maxilar. 

- Pode ter certeza que eles não vão te matar - encarei o Harry que assentiu e eu voltei a encara o verme - eu não quero saber o quão o cu você deu pra ter essa merda aqui - falei furioso - você está vendendo no lugar que não deve, se meteu com pessoas que não devia e agora - pigarrei sorrindo - e agora meu velho você vai morrer, não pelos teus amigos de merda e sim por mim - falei destravando a arma dei um sorriso maldoso e o mesmo me encarou com os olhos arregalados e assustando. Atirei no meio da sua testa e pudi vê-lo cair pra trás - esse já era - falei encarando o Harry. 

- Pode deixa que eu peço pra alguém pegar esse lixo - eu assenti e peguei a droga da mão dele.

- Pelo menos alguma coisa de bom, esse filho da mãe fez - Harry riu enquanto eu mexia o saquinho de droga no alto. 


Nós saímos de lá e fui até a escritório do Ethan, ele estava falando no telefone com alguém desconhecido por mim, mais ele logo desligou quando me ver.

- Então ? - ele disse deligando o telefone e me encarando.

- Aquele lá já era - ele sorriu batendo de leve em meus ombros. 

- Bom trabalho, meu caro - ele disse sorrindo orgulhoso do bom trabalho que fiz. Não tinha orgulho de ter matado alguém, mais ele era um verme drogado e que se aproveitava de meninas indefesas. De certa forma fiz justiças com as próprias mãos.


15 abril 2014

Love The Way You Lie - Capítulo 12 - 2° Temporada



O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que têm medo; Muito longo para os que lamentam;
 Muito curto para os que festejam
Mas, para os que amam, o tempo é eterno.


Justin POV


  A semana tinha passado rápido e hoje era quinta-feira, amanhã seria o dia em que eu pegaria Jazzy e Jaxon na escola e os levaria pro meu apartamento, estava com saudades dos meus pirralhos me enchendo o saco. Jaxon perturbando o tempo todo, querendo que eu jogue vídeo game com ele e Jazzy me fazendo mil perguntas. Seria uma final de semana difícil, mas seria bom passar com eles. Nos dias anteriores correu tudo bem, quer dizer não aconteceu nada de extraordinário. Ethan tinha me liberado o final de semana, e ele também estava com umas ideias de roubos, conversamos um pouco sobre o assunto e ele disse que era algo pequeno, mas que ia trazer dinheiro. Stancy deixou de falar com o Austin nem sei porque, ele veio me encher pedir pra mim conversar com ela, porque ela tinha entendido as coisas erradas, eu nem sei que coisas erradas eram essas, mais mesmo assim tentei ajuda-lo, mas ela disse que não queria falar sobre o assunto. Scott resolveu me vigiar agora, ele quer ver o meu primeiro passo errado e contar imediatamente pro Ethan, isso estava mais que claro. Melissa não sai do meu pé eu até gosto dela, não, não gostar do jeito que muitos devem esta pensado, não ela é legal mas gruda demais. Ela resolveu dar uma leve surtada, por que eu chamei a Camila pra ir pro meu quarto no seu lugar, eu acabei dizendo umas verdades pra ela, que ficou furiosa, mas logo tudo voltou ao normal. A Bree, bom ela depois daquele dia na boate chegou em casa mais nervosa que antes, e olha que eu nem enchi o saco dela. A gente não transa a cinco dias, e juro que mesmo eu tendo todos os dias alguma mulher na minha cama, eu preciso dela. É como se só com ela meu desejo e vontade passa-se. A gente não andou nem se pegando por ai. Claro ela me provocava, passava de madrugada em frente ao meu quarto, apenas de calcinha e sutiã e dizia que estava com sede, e eu só ficava na vontade. Eram oito e meia da manhã, hoje resolvi acorda cedo pra levar algumas roupas e arrumar algumas coisas no meu apartamento, afinal pro Jaxon e pra Jazzy eu morava lá. Tinha acabado de me arrumar e então fechei a porta do meu quarto e fui pra cozinha, vendo praticamente todo mundo lá.

 - Bom dia – disse assim que apareço e Ethan me encara tomando um gole de café e sorri.

 - Bom dia – todos responderam.

 - Vai trabalhar? – Ethan perguntou.

 - Não, agora não – respondi me sentando ao seu lado – vou no meu apartamento primeiro – ele assentiu.

 Passei mais uma vez meus olhos pela cozinha e vi Stancy e Bree conversando no canto, a Miller me encarou com um sorriso sapeca nos lábios e eu mordi meus lábios sorrindo, claro dei uma boa disfarçada. Ela estava com um vestido com saia rodada, e ele ficava lindo no seu corpo escultural, eu babei um pouco posso até dizer. O vestido era um palmo acima dos joelhos, deixando praticamente suas belas coxas do lado de fora. Voltei a encarar o resto do local e vi Melissa na cadeira a frente, ela sorriu e eu retribui, ontem a gente tinha “dormido” juntos. Tinha o Austin também que estava com o Harry perto de nós. Eu peguei uma xícara de café e comecei a toma-lo puro.

 - Vai hoje pra boate? – Harry perguntou, me encarando.

 - Sim, vou dar uma força – respondi e encarei o Ethan – Estou sabendo que tem vagabundo vendendo mais coisinhas nessa boate – ele assentiu bufando.

 - Foi bom você tocar nesse assunto – ele disse levantando – já me estressei demais com esses caras, eles saíram da minha outra boate que ficava no leste e agora vieram pra essa, e essa boate é a mais preciosa pra mim. Então quero que você cuide desse assunto, pra mim porque se não, eu perco o controle – eu assenti sorrindo.

 - Ok, hoje eu resolvo isso – ele assentiu – alguma coisa que não posso fazer? – perguntei, sei lá ele talvez não quisesse mortes.

 - Não, o que você achar que deve ser feito – concordei e ele saiu tocando minha mão. Cumprimentou o resto do pessoal e foi até a Bree lhe dando um selinho, eu virei a cara não queria ver essa cena patética – Melissa pra boate – Ethan ordenou antes de sair da cozinha.

 - Já sei – ela disse se levantando – Tchau – ela falou pra todos e por fim veio até a mim e me deu um beijo na boca.

 - Tchau – falei pausadamente depois de ela ter me pagado de surpresa com aquele beijo. Ela sorriu maliciosa e saiu da cozinha.

 - Uau, valeu garanhão – Harry brincou e eu ri. Stancy e Bree se sentaram nas cadeiras de frente pra mim, Harry e Austin.

 - Não tive nada a ver com isso – me defendi e o Austin bateu de leve no meu ombro rindo. Encarei Bree e ela revirava os olhos e virou a cara encarando a Stancy e puxou mais um assunto com ela.

 - Eu gostaria de beijos assim – Harry afirmou parando de rir.

 - Que pena isso é só pra quem pode – Austin brincou – Não é não Justin? – ele disse e eu o encarei.

 - Ah sim – falei tomando mais uma gole do café. 

- Ei vocês duas, não vão fazer algo de útil não? – Harry disse e as duas o encarou.

 - Logo hoje que não queria mandar ninguém se foder, você me vem com essa? – Stacy respondeu ele com um sorriso cínico e eu e Austin rimos da cara dele.

 - Ui – sussurrei rindo.

 - Vocês também, não tem nada pra fazer – Bree cruzou os braços – só ficam ai falando o quanto queria o beijo de uma putinha barata – eu sorri a encarando e ela virou a cara.

 - Eu pensei em uma coisa mais vou ficar calado, eu acho que é melhor – Austin disse sorrindo. 

- Mais eu falo – disse encarnado Bree – está com ciúmes? – ela riu.

 - Tenho mais o que fazer, babaca – ela levantou.

 - Eu vou embora – Harry disse se levantando e rindo.

 - Olha vou te acompanhar – Austin falou fazendo o mesmo – o clima pesou entre esses dois – ele disse suspirando.

 - Valeu Justin – Harry me cumprimentou e o Austin apenas me deu duas batidinha no ombro. Os dois foram embora deixando apenas eu, Bree e a Stancy.

 - Ficou bolada? – perguntei sorrindo cínico pra Amber. 

- Não – ela sorriu forçada.

 - Estou vendo, mais olha só falo as coisas que eu penso – eu levantei. Stancy apenas analisava todo que acontecia.

 - Ah você pensa? – Bree perguntou debochando.

 - Penso sim idiota – ela se virou e foi pra varanda da cozinha e eu a segui – ou como você acha que eu fico pensado em nós dois juntos, na minha cama – falei lhe abraçando por trás a vendo dar um pulinho e se virar ficando de frente pra mim.

 - Cala a boca – ela disse.

 - Eu acho que não consigo calar sozinho – provoquei aproximando nossos lábios, mais ela recuou.

 - Então aprenda – ela disse me empurrando de perto dela. A mesma voltou pra cozinha e eu ri, ela estava realmente emburrada e irritada coisa que eu amo. 

- Eu acho uma ótima ideia você me ensinar – falei voltando outra vez pra cozinha. Ela estava sentada do lado da Stancy outra vez e as duas me encararam. 

- Olha tenho uma ideia muito melhor – ela sorriu e eu me aproximei.

 - O que por exemplo? – disse malicioso, talvez ela esteja com os mesmos planos que os meus.

 - Você devia aprender com a Melissa, olha que ótima ideia – ela disse sorrindo cínica e eu revirei os olhos. E do nada a Stancy caiu no riso.

 - O que foi? – eu e Bree a encaramos.

 - Vocês são demais – ela disse ainda rindo – serio, o prêmio de casal mais atrapalhado e brigão deviam ir pra vocês – ela disse parando de rir aos poucos.

 - Mais a gente não é um casal – rebati dando de ombros.

 - Nem que fosse o último homem do mundo – Bree disse com um sorriso vitorioso no rosto.

 - Olha que a língua paga o que a gente fala, hein – disse sorrindo e parei na porta da cozinha, pronto pra ir embora – talvez você me ature o resto da vida e não sabe – disse a vendo bufar e eu ri junto com a Stancy.

 - Engraçadinho você – ela revirou os olhos.

 - Justin mete o pé daqui, vai – Stancy disse me empurrando pra fora da cozinha.

 - Tchau Stancy – falei dando um beijo no rosto dela – bye baby – disse me referindo a Bree virou a cara.

 Finalmente a Stancy tinha conseguido me tirar da cozinha, ela voltou a conversar com a Bree e eu fui pro meu apartamento com algumas roupas. Eu precisava inaugurar aquele apartamento do melhor jeito possível, e só tinha com uma maneira, da Miller indo lá e nós acabarmos com tudo de novo que tivesse por lá. Mais depois dessa provocação ela não vai querer me ver, pelo menos eu acho. Sai de casa e peguei minha bugatti vermelha e joguei minha mochila do trabalho e uma outra com as roupas no banco do passageiro e então me sentei no do motorista e liguei aquela máquina incrível. O apartamento não ficava tão longe assim da mansão, então seria mole chegar lá em dois segundos, com esse carro. Liguei o rádio e estava tocando a música Partition da Beyonce, esse mulher é incrível, já tinha perdido as contas quantas vezes já a desejei, mais seria impossível, afinal ela tem o Jay Z e eu tenho ... na verdade não tenho ninguém, mas a Amber era minha Beyonce de vez em quando, tá talvez não só minha (infelizmente) mais era minha também. Essa música era bem sensual, picante. Eu acabei batucando os dedos no volante no meio da estrada e comecei a ter altas fantasias com a Miller dançando aquela música pra mim. Nossa acho que foi a coisa mais gostosa de se imaginar. Balancei a cabeça de um lado pro outro tentando afastar aquelas malicias dos meus pensamentos, por enquanto, eu tinha planos pra mim e pra minha querida Miller... Parei o carro no estacionamento do prédio, sai do carro, peguei minha mochila de roupas e liguei o alarme do mesmo, e por fim indo em direção ao elevador. Assim que chego em frente ao elevador o mesmo se abre, e de lá sai uma loira, mais não era qualquer loira pode aposta. Ela me encarou e sorriu e eu como um bom cara educado, retribui. Adentrei o elevador e apertei o botão do sétimo andar. Fiquei um pouco impaciente, mordi os lábios e pude ver no alto o número 6 respirei aliviado e assim alguns segundos depois o elevador se abre. Saio do mesmo e vou até o meu apartamento, 315. Peguei a chave e abri o mesmo, acendi as luzes e vi que ele estava limpo, apesar de nunca está aqui, a empregada sempre vinha aqui arruma-lo. Eu fechei a porta e me joguei no sofá, peguei me telefone e mandei uma mensagem pra mulher das minhas fantasias.

 Amber POV

 Depois que o idiota tinha ido embora, eu o xinguei até a morte. Ele ama me irritar e o pior eu caio na pilha. A Stancy ainda riu alguns segundos da minha cara emburrada, ela disse que eu ficava engraçado quando ficava irritada com ele. Na verdade nem acho tanta graça assim, porque meu Deus, porque esse homem precisa ser tão cínico, tão sarcástico, tão chato, irritante, lindo, gostoso, maravilho, e o pior o homem que eu amo. Droga. Porque merda? Coisas da vida Miller. Eu acabei indo pro quarto com a Stancy, eu não ia pra boate hoje, esses últimos dias estou dobrando em trabalho que me aparece por lá. Eu tinha comentado com a Hall que tinha encontrado o Levi (o cara que se diz meu pai) nojento isso sim que ele é. Ela ficou maluca quando eu disse que ele me ameaçou a contar tudo pro Ethan, quer dizer, eu estava nas mãos dele. Mas até que ele me esqueceu, depois que eu dei o seu maldito dinheiro. Ele tinha outra fonte poderosa pra lhe dar dinheiro e não precisava de mim. Tudo ia ficar bem, assim espero.

 - Amber, onde você está? – ela disse me tirando de transi.

 - Eu estou aqui no quarto, não está vendo? – disse rindo e ela revirou os olhos me jogando um travesseiro. 

- Babaca, estou falando com você, mas está igual uma lesada ai parada – ela corrigiu o que queria falar.

 - Estava pensando – ela sorriu.

 - No Justin claro – dessa vez fui eu que taquei o travesseiro nela. 

- Não fale besteira – disse a vendo sorri. 

- E estou mentindo? – tá ok ela também não estava mentindo, mas ela não precisava saber disso, não é mesmo?! 

- Está – me levantei da cama e ela riu. 

- Mentirosa – ela quase gritou – esse homem te deixa maluca, Miller pode admitir – ela ficou em pé encima da cama.

 - Odeio você – ela gargalhou caindo deitada. 

- Também te amo – sorri – se eu fosse você, mandava o papo pra ele – ela disse de uma maneira engraçada.

 - Stan, você deveria ir atrás do Austin e me deixar em paz – ela bufou e eu sorri vitoriosa.

 - Eu e o Austin é diferente, ele não me ama – ela falou abaixando o olhar – mais o Justin te ama, só que ele é idiota o suficiente pra ficar quem nem você, orgulhoso – ela falou seria – é acho que alguém aqui perdeu – ela disse divertida, ela sabia que não tinha mais nenhum argumento. Eu me virei emborrada e meu celular toca, quando eu pego o mesmo vejo que era uma mensagem.

 - Falando na peste – disse assim que reconheci o número.

 - Ele é foda – ela disse se ajeitando na cama e me puxando pra perto dela – não vai ler? – ela disse impaciente com a minha demora. 

- Não, ele só quer me irritar – disse me sentando ao seu lado e ela me jogou na cama.

 - Lê essa merda agora, vai – ela falou histérica me fazendo rir um pouco.

 - Ta ok – disse me rendendo e então me sentei pegando o telefone e abrindo na mensagem que tinha escrito as seguintes palavras: 

“Só acho que deveria receber uma visita, que tal ser a sua? Assim como eu, você também quer esse encontro a sós. Nós temos saudades um do outro, não adianta negar. Você sabe onde fica meu apartamento, sabe o número e o andar. Você sabe o local exato de me encontrar, eu vou está esperando você, baby”

 Eu abri a boca sem acreditar que estava lendo aquilo. Ele nem se quer escreveu seu nome no final, ele era incrivelmente imprevisível com seus atos.

 - Então minha filha, o que tem escrito ai? – ela disse louca pra saber e eu entreguei o telefone pra ela. 

- Ele quer que eu vá no apartamento dele – disse e ela sorriu pra mim terminando de lê a mensagem.

 - Ahhh que sexy, ele quer inaugurar a casa, a cama com você amiga – ela disse super empolgada – claro, você vai né ?! – ela se levantou e parou na minha frente. 

- Obvio que não vou – falei e ela abriu a boca.

 - Ficou maluca? Não me diga que se drogou? – eu dei um tapa nela.

 - Ele me estressa, Stancy – falei cruzando os braços emburrada, não queria ir pra lá e que tudo acaba-se em brigas, piadinhas, birras em nada disso.

 - Tá mais assim como ele disse, você está louca pra ficar a sós com ele – eu assenti e ela me abraçou rindo – então vai atrás dele sua babaca – eu a encarei incrédula, mais nem ligava esses nossos apelidos amigáveis eram mais que normal entre a gente. Ela ficou esperando uma atitude minha e então eu levantei em um pulo.

 - Ai você tem razão, eu quero muito – disse indo até o closet.

- Claro que tenho – ela disse convicta daquilo.

- A gente está cinco dias sem ... 

- Não precisa terminar – ela deu um sorrisinho inocente e eu assenti – mais ver se fala baixo, porque as paredes tem ouvidos. Você sabe que o Scott ta na cola do Justin, e a Melissa na sua – eu revirei os olhos bufando.

 - Eu sei – disse me olhando no espelho – é acho que está bom esse vestido mesmo, não acha? – eu a encarei e ela assentiu sorrindo feito uma maluca. 

- Quem foi? – peguei um salto preto e puis nos pés. 

- Você está parecendo aquelas meninas apaixonas que ficam maluquinha quando vão encontrar o cara que está saindo – eu ri um pouco e voltei pro quarto. 

- Vou indo – falei por último pegando minha bolsa e dando um beijo em seu rosto.

 - Aproveita – ela falou em um tom de malicia, e eu assenti. 

 Me despedi dela, a mesma foi pro seu quarto e eu desci as escadas vendo o Scott no sofá, ele parecia uma sombra que pra onde eu ia ele estava. Será que ele desconfia de alguma coisa? Espero que não. Cheguei na sala e ele me encarou dos pés à cabeça. Toda mulher sabe quando um homem te olha diferente, quanto te olha com desejo, e era isso que eu percebia quando ele me encarava. Chegava até me dar medo.

 - Onde vai Miller? – ele disse de uma forma curta e grossa.

 - Eu acho que isso ainda não é do seu interesse – eu sorri cínica e ele bufou.

 - O Ethan pode perguntar – ele rebateu.

 - Quando ele perguntar, eu respondo – disse rígida me dirigindo até a porta.

 - Você como sempre marrenta e uma delícia – ele disse a última palavra encarando minhas pernas. Tarado, filho da mãe.

  Eu não respondi, eu apenas sai de casa batendo a porta. Entrei no carro e respirei fundo. Esse cara anda muito estranho, ele sempre foi de se insinuar pra mim, mas agora ele estava mais cara de pau. Eu olhei pra trás pra ver se ele não iria me seguir. Liguei o carro e sai dali a mil por hora, serio, fiquei o caminho todo encarando o retrovisor pra ver se vinha alguma carro atrás de mim que fosse suspeito. Mais não tinha nenhuma e suspirei aliviada. Eu sabia onde ficava o apartamento do Justin, porque ele tinha comentado com o Ethan onde ficava. Demorou apenas alguns minutos pra mim finalmente parar com o carro na garagem, estacionei o carro e fui até a recepção, eu tinha que me identificar, afinal não morava aqui. Um homem com baixa estatura, aparentava ter mais ou menos uns cinquenta anos, me encarou e sorriu simpático e eu fiz o mesmo.

 - senhorita ...? – ele perguntou.

 - Ah sim Amber – eu respondi.

 - Pois não? – ele falou me encarando ainda sorrindo simpático.

 - O apartamento 315 – respondi.

 - Sim o senhor Bieber, ele me informou que poderia vir uma moça pra cá – eu assenti e ele pegou o telefone – vou avisar que a senhorita já está aqui.

 - Não – ele tirou o telefone do ouvido – não precisa – ele assentiu compreendendo o meu pedido de sigilo. 

- Ok, pode subir então – eu assenti e sai indo direto pro elevador.

 Eu entrei no mesmo que por sinal não havia ninguém além de mim. Apertei o sétimo andar, só a Stacy pra me pôr na cabeça de aparecer aqui, claro eu queria vir, nem sei como queria tanto uma coisa na minha vida. Mais sabia também os riscos e se alguém aparece aqui, e também sabia o quanto eu e Justin somos difíceis de lhe dar um com o outro, ele tem o seu jeito idiota, babaca, irritante de ser e eu sou durona, mandona, marrenta, quero me manter sempre por cima de tudo, e isso era complicado. O elevador se abriu e eu fiquei um pouco com a respiração pesada, e meu coração batendo forte. Isso era sinal de que? Pânico? Medo? Amor? Saudade? É eu realmente não sabia explicar. Sai de dentro do elevador e fui andando até o apartamento 315 e quando eu me deparo com aquela porta branca na minha frente, eu paraliso. Será que devo mesmo tocar essa campainha, mesmo depois dele ter me irritado profundamente hoje mais cedo? A Miller você chegou até aqui siga em frente, vá até o fim, não seja fraca agora – meu subconsciente me informava essas palavras. Ok, respirei fundo e apertei a campainha. Eu começo a encarar os meus saltos quando ouço a porta se abri, levanto a cabeça e me deparei com o Justin na minha frente com um sorriso enorme no rosto, e sem camisa.

 - Sabia que viria – eu mordi o lábio e suspirei. 

- Convencido – respondi revirando os olhos e ele abriu espaço pra que eu passa-se. Eu entrei encarando toda aquela sala, até que era grande, bastante grande. Tudo arrumadinho e no seu devido lugar.

 - Você entende tudo errado, não é mesmo? – ele falou rindo um pouco e fechou a porta atrás dele – mais tudo bem, eu não disse as minhas primeiras palavras me convencendo de nada e sim que eu estava certo de que estava com saudades – ele disse e eu me virei pra ele e fui surpreendida com um beijo que ele me deu sem aviso prévio.

 O beijo era de saudades mesmo, a gente nem tinha tempo de se pegar ou algo assim. Porque a gente não pode correr o risco de sermos vistos juntos. E ainda mais depois do Levi ter me feito aquela ameaça, ai que eu não quis papo com Justin um bom tempo, quer dizer em cinco dias a gente só se viu, umas três vezes e olha que moramos na mesma casa, mas eu sempre lhe evitava. Com isso nesses três vistas a gente só falava o necessário, sobre a boate e só. E claro aquilo estava nós matando, porque eu sentia saudades desse babaca, talvez ele também. Sua língua invadiu minha boca sem aviso prévio mais uma vez, aquilo era tão bom, sentir sua língua se envolver com a minha, em uma sintonia louca e diferente de qualquer outra. Suas mãos percorriam todo o meu copo até repousarem em minha cintura. A falta de ar começou e nós tivemos que parar aquele ato maravilhoso.

 - Como eu estava com saudades disso – ele falou me agarrando e dando uma chupada no meu pescoço me fazendo se envolver sobre seu corpo e me arrepiar. Eu respirei fundo a procura de ar. 

- Calma – falei e empurrando e ele riu.

 - Isso é culpa sua – eu ri me sentando no sofá.

 - Do fato de você ser apressado? – ele riu e se sentou ao meu lado.

 - Não, do fato de me deixar completamente louco em só te ver – ele afirmou se aproximando ainda mais – não vamos querer perder mais tempo não é mesmo? – ele perguntou subindo encima de mim, senti minhas costas encostarem no acento do sofá e sorri.

 - Realmente não queremos – com essas simples palavras, ele tomou meus lábios outra vez mais parou e eu o encarei incrédula – o que houve? – perguntei a ele que se sentou novamente e me encarou.

 - Eu estava pensando em umas coisas – ele disse malicioso e então eu me sentei em seu colo ficando cara a cara com ele. 

- Ah é. o que? – disse beijando seu pescoço e rebolando devagar encima do seu membro.

 - Não faça isso comigo – ele disse em um sussurro e eu sorri.

 - Diga, o que pensava? – repeti a pergunta.

 - Eu pensava em como você poderia dançar pra mim – ele disse de uma maneira sexy e eu ri.

 - Tudo bem – levantei de cima do seu colo – que música? – perguntei parando ao lado de um som. 

- Partition – eu gargalhei.

 - Você literalmente quer entrar no clima – ele relaxou encima do sofá e assentiu sorrindo malicioso.

 - Ok – falei ligando o som e colocando a música que ele queria.

  A música começou e eu segui o ritmo dela, eu ia fazer uma dança sensual pra ele, eu tinha pensado em fazer isso mais a gente mais briga que conversa então sempre deixava de lado. Mais agora ele queria e o fato era que eu ia deixa-lo mais louco do que nunca. Eu comecei a me aproximar dele aparando na sua frente, ele mantinha sua cara de safado o tempo todo, ele molhava os lábios aleatoriamente me fazendo sorrir. Comecei a rebolar em sua frente, mexia o corpo ao som daquela música provocante, rebolava minha bunda na sua frente e ele apertou a mesma com força me fazendo soltar um gemido baixo e ele riu com aquilo. Eu resolvi subi outra vez em seu colo e mexi todo o meu quadril, comecei a sentir seu membro com cada vez mais volumoso aquilo me fez sorri sapeca. Justin tentou encostar em mim, mas eu não permiti, levei suas mãos para trás e então balançou a cabeça e fez uma cara de brava, mordi seus lábios e quando vi que seus braços se aproximavam de mim, os empurrei mais uma vez pra trás. A parada era que eu estava no comando e ele não iria tocar em mim enquanto eu não permitisse. Isso era muito bom, comecei a quicar em seu colo e pude ouvi-lo suspirar e acabar deixando um gemido baixo e roco escapar entre seus lábios. A música começou a ficar em uns sons lentos e eu ri com aquela parte da música que se encaixava perfeitamente pro Justin, então eu me aproximei do seu ouvido e cantarolei aquela parte “Oh he so horny, yeah he want to fuck”. Claro que Justin riu com aquilo, ele sabia que estava daquela maneira, assim como a música dizia. Eu espalmei minhas mãos em seu peito e continuei com os movimentos de insinuações, vendo o mesmo erguei a cabeça e morde o próprio lábio, isso era demais. Eu fui até a barra da sua calça e a desabotoei, ele me encarava com malicia e tentava se aproximar mais, tentava levar suas mãos até minha bunda, mais eu não permitia.

  Ele ficou puto com aquilo, mas que se foda eu queria fazer as coisas do meu jeito hoje. A música acabou e mesmo assim continuei rebolando em seu colo mesmo sem música nenhuma, eu beijava seu pescoço a cada movimento meu, passei a língua sobre seus lábios e riu baixo com isso. Eu segui mais uma vez minha atenção até a sua calça e quando cheguei na mesma, sai de cima do seu colo.

 - Tire – ordenei a ele e então o mesmo levantou e tirou sua calça que foi acompanhada com a sua boxer. 

- Uau Bieber – eu ri mordendo o lábio e ele veio pra cima de mim me agarrando. 

- Que tal agora ... 

- Que tal você ficar quietinho ai – disse jogando ele no sofá outra vez.

   Ele não disse nada, e então eu me ajoelhei em sua frente e me encaixei entre suas pernas. Ele já sabia o que iria fazer, e sorriu malicioso com aquilo. Eu comecei a lhe masturbar com uma das minhas mão, o vendo inclinar a cabeça para trás e gemer baixo outra vez. Ele segurou minha mão e começou a me ajudar a ir mais rápido e assim se foi, já podia sentir suas veias cada vez mais grossas e então em um rápido ato puis seu membro em minha boca o vendo suspirar alto e agarrar meus cabelos, ele arfava com aquilo, eu colocava todo o seu membro completamente ereto na boca. Comecei a chupa-lo, ele ficava me ajudando com os movimentos de vai e vem cada vez mais rápido e então, quando sinto que ele estava preste a gozar eu tiro o mesmo de minha boca e ele me encara sério. 

- Droga, porque não continuou? – eu subi em seu colo mais uma vez e lhe dei um beijo completamente quente e feroz.

 - Porque prefiro que você goze dentro de mim – sorri pro mesmo que me virou encima do sofá e ficou por cima de mim.

 - Não seja por isso, baby – ele sussurrou no meu ouvido me fazendo arrepiar.

   Ele subiu meu vestido, e o vestido com certeza foi a minha melhor escolha de roupa, assim que sinto a mão quente de Justin passar pelas minhas pernas, sinto uma corrente elétrica percorrer pelo meu corpo. Só ele me fazia ter essas sensações, apenas ele. Ele passou seus dedos levemente por cima da minha calcinha, coisa que me fez arfa perdidamente. Esse homem me mata algum dia desses, não é possível. Vi que sua outra mão abaixava a alça do meu vestido, e quando ele conseguiu baixar o mesmo até minha cintura, pode encarar meus seios, então ele começou a chupa-lo enquanto seus dedos trabalhavam na minha intimidade. Quer dizer, ainda tinha a calcinha, pois é mais em questão de segundo Justin foi puxando a mesma pelas minhas pernas me fazendo levantar o quadril pra facilitar aquela tirada. E até que conseguimos, Justin a jogou em uma parte qualquer daquela sala e encarou meus lábios assim os tomando mais uma vez, e sem aviso prévio coisa que já estava virando mania pro Justin, ele me penetrou com dois dedos, me fazendo gritar e morde seus lábios por aquela surpresa, ele não se incomodou com a mordida. Ele continuou me beijando e me penetrando com os seus dedos mágicos. Justin se levantou tirando seus dedos da minha intimidade e eu me sentei e então ele puxou meu vestido, os passando meu corpo e por fim pelos meus braços, me deixando completamente nua, ele jogou meu vestido com a onde ficavam as outras peças de roupas nossas w logo voltou ficar encima de mim. Eu segurei firme seus cabeços e ele se encaixou entre minha pernas, deixando qualquer espaço entre nós minimo. O mesmo nem tempo perdeu assim que encaixou seu membro por completo na minha intimidade, me fazendo dá outro grito. Ele também soltou um gemido roco que me fez ficar mais excitada ainda. Suas entocadas fundas, rápidas e gostosas faziam meu corpo se chocar contra o dele, podíamos até mesmo ouvi o barulho do couro do seu sofá  com o nosso vai e vem entre nós dois. Justin me encarou sorrindo, e me beijou, continuou seus movimentos me beijando, aquilo parecia tão romântico. Ele estava sendo tão carinhoso comigo, não que das outras vezes não tenha sido isso, mas é que o Justin tinha mudado um pouco, e agora ele estava me mostrando aquele Justin antigo que eu conheci. Ele entrelaçou nossas mãos e foi me entocando mais fundo, mas agora estava um pouco mais devagar.

 - Você me deixa louco, completamente louco – ele disse assim que desgruda nossos lábios – me deixa alucinado, perdido – ele me deu um selinho ainda me penetrando.

 - Isso é bom? – perguntei entre arfadas.

- Talvez – ele respondeu ofegante assim como eu.

   Nós não dizermos mais nada, eu envolvi meus braços em seu pescoço e então ele segurou minha cintura firme. Aquela posição já estava ficando desconfortável pra ambas as partes, então eu me virei ficando mais uma vez por cima e comecei a quicar em cima do seu membro. Espalmei minhas mãos em seu peito e ele segurou minha bunda, foi subindo até chegar mais uma vez em minha cintura. Eu me curvei até chegar próximo dos seus lábios e então o beijei. Sentia seu peito subir e descer rápido, assim como o meu. Seu suor escorrendo pelo canto do seu rosto. Seus olhos castanhos claros, lindo perfeitamente lindos e encantadores, brilhavam como uma pedra valiosa. Seu beijo mais intenso e profundo. Eu voltei a minha posição reta e comecei as entocas rápidas, e foi ai que me veio uma sensação maravilhosa, me fazendo soltar um gemido alto a ponto de chega a um orgasmo. Ele arfou, apertando minhas coxas, eu sentia que estava prestes a gozar, e em questão de segundos, acabei chegando ao meu ápice. Assim como eu alguns minutos depois Justin faz o mesmo. Eu caiu sobre seu corpo sem sair de cima do seu membro, era bom senti-lo me preenchendo. Eu respirei fundo a procura de ar, e ele tentava fazer a mesma coisa, ele fez um carinho gostoso no meu rosto, tirando uma mexa de cabelo que estava na frente atrás da minha orelha. Eu não consegui encara-lo, eu apenas queria ficar deitado sobre ele quietinha, apenas ouvindo seu coração batendo mais rápido que o normal. Apenas queria ficar li sentindo seu cheiro, sentindo sua pele contra a minha. Seus braços me envolvendo. Como nos velhos tempos, ele não tinha abrido a boca pra falar besteira, pra me irritar, pra gente brigar. Ele apenas queria ficar ali, junto a mim. Eu era dele e ele era meu. Apenas isso...